Fui ao cinema numa terça qualquer, assistir a premiere do filme Transformers. Gosto bastante desse estilo ficção científica futurística, da aventura que o filme traz, do ‘quase tudo dá errado’, e especialmente, gosto da sensação que se tem no meio do filme de saber que, no fim, sempre dá tudo certo.
No meio de minhas filosofias baratas na sala escura de uma projeção cinematográfica, não pude evitar de comparar a sensação que tive no filme com o que tenho em meio a minha vida cristã.
Ora, que tudo, no fim, de alguma forma extraordinária, dá certo, isso eu sei. Também sei que não importa o que acontece, mais uma vez, de maneira extremamente interessante e no mínimo milagrosa, as coisas cooperam pro meu bem.
Acho que a grande indagação de todo cristão é ‘como’. Como no filme as coisas vão dar certo quando tudo está indo para um lado tão contrário? Quando acontecerá a reviravolta da história que trará nossas vidas pra um rumo tão melhor?
Sim, por vezes achei que a vida cristã é como um filme. E de todos os tipos: românticos, aventureiros, às vezes de terror também. Mas sempre com muita pitada de comédia divina.
Nos perdemos nas florestas da vida, as vezes somos pisoteados pela tristeza e estranheza do drama, por outras rimos de situações que pensamos só acontecer conosco, e nos apaixonamos esperando a tal pessoa ser a enviada de Deus, querendo achar um romance.
Desse processo todo, já sabemos. A questão toda é que caminho tomar para que o ‘como’ se desenvolva em nossas vidas.
E a resposta não é pra lá de agradável. Como também já estamos cansados de saber, é preciso viver o hoje, um passo de cada vez, e esperar o desenrolar de nossas histórias. É preciso exercitar, por muitas vezes, uma fé que nem sabíamos que tínhamos, justamente porque aprendemos nesses episódios de nossas vidas que dependemos unicamente dEle.
A agonia que sentimos ao não sabermos ao certo o fim que terá cada situação das nossas vidas é que dá mais brilho ao que acontecerá. Porque no fim, por mais clichê que isso pareça, dá sempre tudo certo.
E quem sabe, na sala de cinema divina, o filme de nossas vidas esteja sendo projetado a uma platéia de anjos, sendo você o protagonista, com a torcida dos santos, crendo que de fé em fé, você chegará ao seu final feliz.
Heyde Marques




Deus é o melhor diretor de todos!
De uma só tacada ele faz um roteiro que mistura todos os gêneros, as tramas são muito bem elaboradas, os pontos de virada ( pra quem estudou o estilo de roteiro de Syd Field sabe!) são impressionantes e o final é um sensação única.
Esse roteiro chamado vida tem um diretor que sabe os atores como ninguém. Cabe a nós, atores, saber confiar completamente no estilo de direção dele. Com isso os diálogos são sempre precisos, inteligentes, engraçados e emocionates!
Como é bom viver esse roteiro… Que algumas vezes mistura um pouco de ficção, mas é uma realismo fantástico!
Ótimo texto! Gostei bastante!
Parabéns, Heyde!
É engraçado imaginar a vida como uma obra literária ou um filme. Aquele filme “Mais Estranho Que A Ficção” mostra um pouco disso.
Uma vez li que a vida é um filme em que eu sou o protagonista e todos os outros são atores coadjuvantes.
Legal saber que assim como em LOST (apesar de haver controvérsias), Deus já sabia o desfeixo quando a nossa história começou (ou até antes disso).
Gostei do texto!
Muito boa a comparação das nossas vidas com um filme dirigido por Deus. Graças dou por isso. Muito bom o texto. Parabéns!
MUITO bom o texto, adorei! ^^ é realmente demais pensar na vida como um filme de vez em quando me pego viajando iuhiuhihiu…xD