Pergunta: O que é melhor? Pescar com um batista ou dois batistas?
Resposta: Dois. Se você levar um, você terá que compartilhar sua cerveja. Se você levar dois, terá a cerveja só pra você, porque batistas não bebem na frente de outros batistas.
Eu não sou muito de beber. Não bebi nada de álcool até meus 22 anos. E atualmente, devo ter bebido um pouco mais que o equivalente a 2 pacotes com 6 latinhas no curso de um ano. Uma Coors ou Shine Bock quando jogo poker com os amigos do meu irmão. A batida ocasional quando saio com outro casal da nossa igreja. E ao me encontrar no Caribe, sou homem o suficiente para admitir que gosto muito de banana coladas – não as sem álcool que minha esposa prefere, mas as de verdade. E é isso.
Outra confissão: Eu gosto de fumar quando vou pescar, porque acampamentos ao redor da fogueira são melhores com um bom charuto, e o ar da montanha é mais fresco depois de um cigarro. Além do mais, jogo cartas, invisto na bolsa de valores, deixo minha esposa administrar as finanças de nossa família e costumava assistir “Buffy – A Caça-Vampiros” com devoção.
Na próxima vez que você estiver num culto de igreja, faça um aviãozinho de papel com o boletim, jogue ele com força, e existem boas chances de que você vai atingir alguém que pensa que ao menos uma das atividades descritas acima são pecaminosas. O problema é que nenhuma delas são expressamente proibidas na Bíblia, a não ser que você dê um jeitinho com a linguagem ou tire algo do contexto. Essa é uma das grandes dificuldades de ser um cristão numa sociedade dois milênios depois de nossas Escrituras terem sido escritas – as áreas cinzentas. Jesus nunca disse, “Discípulos, não bebam álcool.” Ele nunca contou nenhuma parábola sobre o efeito de filmes para maiores de 18 anos aos seus seguidores. Ele nunca censurou os fariseus por gastarem muito tempo jogando video-games. Claro, ele foi bastante claro em relação a coisas como adultério e divórcio. E ele se ocupou bastante com os religiosos que julgavam aqueles que não se mantinham à altura de suas extensas listas de regras sociais e religiosas.
Quando Jesus caminhou pela Palestina, as pessoas que mais se chatearam com ele foram os fariseus. Por que? Porque o foco deles eram suas regras mesquinhas, pseudo-religiosas enquanto deixavam passar coisas importantes como amar a Deus e amar as pessoas. Nós fazemos a mesma coisa hoje. Muitas de nossas “regras” de nossa confortável subcultura cristã são baseadas mais na tradição do que na Bíblia. Elas tem mais a ver com a noção de “ser separados” do mundo do que de ser feito à imagem de Cristo. E quão significativo é que essa atitude de separação enfatiza alguns assuntos de aparência externa (beber, fumar, tatuagens, entretenimento) e não outros (consumismo impensado, glutonaria)?
O que nos leva ao problema do álcool. Muitos leitores acreditam fortemente que a Bíblia é clara na proibição de bebidas alcóolicas. Outros acreditam que a Bíblia não proíbe precisamente, mas sentem que é melhor se abster na sociedade em que vivemos. E ainda temos outros que acham que não há absolutamente nada errado em beber, mas reconhecem que a embriaguez é um ato pecaminoso.
Alguns cristãos vão ainda mais além e não condenam a embriaguez. Uma grande amiga minha pôde passar uma noite com os membros de uma famosa banda cristã de hardcore. Depois do show em um local cristão, todos eles foram a um bar e encheram a cara – a banda, o empresário, os promoters da casa de show, todos. Minha amiga acabou tendo que acompanhar toda a trupe naquela noite porque era a única em condições de dirigir. Nem precisa dizer que foi uma noite longa e estranha pra ela. Ela ficou pensando se a livraria cristã da sua cidade ainda exibiria aquele display de papelão gigante da banda se soubessem o que aconteceu naquela noite.
Essa é a história. E você está tentando descobrir qual era a banda, né? Por que? É pra você poder julgá-los? Orar por eles? Se juntar a eles? Qual é a resposta cristã pra esse tipo de história? Vamos deixar essas questões de lado e olhar algumas coisas a respeito da Bíblia e álcool.
SUCO DE UVA
Eu participo de uma igreja batista. Eu não sou bem um batista, mas essa é uma longa história, e não vou entrar nela. De qualquer forma. Quando uma discussão sobre álcool surge entre os membros da minha congregação, e alguém menciona a história de Jesus transformando a água em vinho no seu primeiro milagre público, uma questão é levantada inevitavelmente: que o vinho naquela época era tão aguado que ele não tinha nada ou quase nenhum teor alcoolico, sendo quase um suco de uva.
Isso soa legal, e é uma maneira fácil de justificar as quase 50 vezes que o vinho é mencionado na Bíblia como uma benção de Deus. Também ajuda nos registros em que o vinho ou a bebida alcoolica é referenciada neutramente, como nada além de uma prática cultural comum. Mas existem alguns problemas com o argumento “era apenas suco de uva”. Como as pessoas que participaram da ceia em Corinto ficaram bêbados com suco de uva? Por que o Bom Samaritano derramou suco de uva nas feridas do homem assaltado na parábola de Jesus? Por que Paulo nos adverte “não vos embriagueis com vinho?” Por que os apóstolos no Pentecostes foram acusados de estar cheios de vinho quando começaram a falar em línguas? Um comportamento estranho é normalmente associado ao sujeito ter dado uns goles de suco? Sim, existiam vários tipos de vinho na Bíblia com quantidades variadas de álcool – mas era uma quantidade suficiente para a embriaguez ser mencionada. Pessoas ficavam bêbadas naquela época assim como ficam hoje. Meu palpite é que o vinho da Bíblia é exatamente o que a Bíblia diz que é.
SER UMA PEDRA DE TROPEÇO
Um argumento mais razoável contra o vinho é feito baseado na interpretação de Romanos 14:21: “É melhor não comer carne ou beber vinho ou fazer qualquer outra coisa que vai fazer seu irmão cair.” Baseado no contexto desse verso, causar a “queda” de um cristão companheiro significa fazer com que ele faça algo que viola a sua consciencia ao imitar uma ação que ele acredita ser errada. Assim é como normalmente interpretamos o cenário: Eu vou ao Wal-Mart e pego um pacote de 6 cervejas. O Bob me vê parado na fila com as mãos cheias de breja. Bob pensa consigo mesmo, “Hmmmm… eu sempre aprendi que beber cerveja é pecado, mas já que o Jason está fazendo, acho que vou tentar.” Então Bob bebe álcool, mesmo ele tendo sido ensinado – e ele acredita nisso – que a ação é pecaminosa. Ruim pro Bob, e ruim pra mim também.
Abstinência (ou talvez, saber esconder) faz muito sentido nesse caso, mas não vamos considerar o assunto resolvido ainda. Existem 3 ações específicas no verso: 1) Comer carne; 2) Beber vinho; e 3) Fazer qualquer outra coisa.
Isso cobre tudo, não é? E é tão claro em relação à carne como é em relação ao vinho. Vamos considerar nossos amigos Adventistas do Sétimo Dia, que guardam como doutrina que comer carne é pecado. Muitos crentes tem problemas com a doutrina dos Adventistas, mas entre a maioria eles ainda são considerados cristãos. Então você também pensa em Romanos 14:21 quando você está entrando no drive-thru do Burger King? Quando você acende o fogo na sua churrasqueira no quintal? Quando você está carregando uns bifes na fila do supermercado?
Para aqueles que levam a Bíblia a sério, a aplicação desse verso se torna um problema. Porque além de se abster completamente do álcool, você tem que ser também um vegetariano.
E nós ainda nem tocamos na parte do “fazer qualquer outra coisa”. Tenha em mente que quase tudo que fazemos na nossa cultura atual já foi rotulado como pecado em algum aspecto do cristianismo. A lista inclui dançar, usar maquiagem, mulher usar shorts, ouvir rock, nadar com pessoas do sexo oposto ou comprar qualquer coisa em um domingo. A lista continua. Como aplicamos Romanos 14:21 consistentemente sem viver debaixo do medo constante de causar a queda de um cristão? Como podemos fielmente “fugir da aparência do mal” (I Ts 5:22) quando o mal pode ser quase tudo?
Pra encerrar esse ponto, lembre disse: Jesus ofendeu grandemente os fariseus. Ele certamente gastou tempo com as pessoas erradas, e ele bebeu o suficiente para que o rotulassem de beberrão (Mt 11:19). É bastante claro que ele fez o suficiente para ser uma pedra de tropeço (1 Cr 10:32) de alguma forma a eles. Afinal, eles o levaram à morte. Será que isso não se classifica como falhar em “fugir da aparência do mal”? Jesus não pecou, não foi?
CONSIDERANDO NOSSA SOCIEDADE
Estima-se que existem mais de cinco milhões de alcóolatras só nos EUA, e outros 4 milhões que são considerados bebedores problemáticos. O índice de mortalidade é 2.5 vezes maior entre alcóolatras em relação à população geral. O índice de suicídios é quase três vezes maior. O índice de mortes acidentais é sete vezes maior. Cerca de 40% de todas as fatalidades do trânsito e um terço de todos os acidentes no trânsito são relacionados com o abuso de álcool. Um terço de todos os suicídios e distúrbios de sanidade mental são estimados a ser associados com um sério abuso de álcool. E isso é só entre adultos – estimativas recentes identificam mais de três milhões de pessoas com problema em relação ao álcool entre 14 e 17 anos nos EUA. Claramente, o abuso de álcool tem um efeito devastador em nossa sociedade. Ele estraga as pessoas.
Mesmo se a Bíblia não condenar o vinho, não seria melhor, na cultura de hoje – onde parece mais provável que as pessoas abusem do álcool do que usufruam dele responsavelmente – se abster completamente? É um argumento lógico na superfície, e tem sido usado por cristãos desde os dias da Lei-Seca. Mas existe um problema: ele é puramente relativismo moral.
Eis a lógica (ou ilógica): Trinta ou quarenta anos atrás, nossa cultura como um todo se preocupava com coisas como o divórcio, adultério e imoralidade sexual. Por que? Porque a Bíblia dizia que isso era moralmente errado, para citar um dos motivos. Ainda assim, na sociedade de hoje, dificilmente alguém vai estranhar um divórcio. Todo mundo está fazendo sexo adúltero e promíscuo com todo mundo, e o homossexualismo entrou na mainstream. Nossa cultura aceita essas ações, mas os cristãos continuam resistindo porque acreditamos que a Bíblia chama essas coisas de pecado. E se alguma coisa era pecado 2.000 anos atrás, continua pecado agora. Se as Escrituras são o que dizemos que são, então você não pode eliminar certas partes por causa das mudanças na sociedade. Você não pode reescrever a Bíblia para se acomodar aos padrões culturais de hoje. Pecados são problemas morais, não culturais. Captou?
Agora, vamos aplicar essa lógica ao álcool. Se não podemos cortar pecados da lista por razões culturais, não seria igualmente errado adicioná-los à lista pelos mesmos motivos? O oposto da frase no parágrafo acima também implica: se uma coisa não era pecado no primeiro século na Palestina, então não pode ser um pecado agora. E nos constituir os definidores de pecado não fica um pouco perto de dizer que somos melhores que Deus? No mínimo é legalista e farisaico. Lembra de quem Jesus chamava constantemente de “Raça de víboras”? Aqui vai uma dica – não eram os imorais, as prostitutas, ou os bêbados. Não. Era o povo igrejeiro que os enchiam com fardos de muitas regras.
JULGAMENTO E MEDO
Vamos pensar de novo na banda cristã com quem minha amiga passou aquela noite apimentada. Qual foi sua reação imediata a essa história? Posso pensar de várias reações possíveis entre os leitores da RELEVANT:
1) Empolgação: Quem são esses caras? Preciso saber quem são pra eu poder adicionar mais um nome de celebridade na minha lista de cristãos que acham que não tem problema beber.
2) Raiva: Quem esses caras pensam que são? Eles não sabem que são exemplos para a nossa juventude? Que irresponsáveis!
3) Tristeza: Por que tudo tem que ser tão difícil? Por que é tão difícil curtir uma coisa sem alguma hora estragar tudo?
Isso nos leva à raiz do problema. Toda a argumentação sobre se a Bíblia diz que tem problema ou não beber acaba falando mais sobre os argumentadores do que sobre o tópico. Tenho a sensação de que muitos dos que veementemente defendem os direitos dos cristãos que bebem o fazem porque, bem, eles ficam nervosos se não puderem ser cristãos que bebem. Como minha irmã, Micha (uma contribuidora regular da RELEVANT), diz, “Parece que temos que falar tão alto sobre nós sermos livres para beber e fumar porque lá no fundo nos preocupamos em talvez estarmos errados.” O mesmo se aplica aos abstêmios, que argumentam e citam versos porque têm medo de encarar a facilidade com a qual eles julgam seus irmãos que bebem.
Ambos os lados tem bons argumentos, e ambos estão errados. Por que? Porque nos dois o foco está em regras. É tudo legalismo. A Bíblia diz “não beba”? Não exatamente, então eu posso beber. A Bíblia diz “não beba”? Não exatamente, então é melhor eu não beber.
Citando a Micha novamente, porque ela fala sobre isso muito bem: “É difícil falar às pessoas para serem equilibradas – beber, mas não beber demais. Porque a bebida estraga as pessoas, e como Jesus poderia fazer parte de algo que pode se transformar em algo ruim tão rapidamente? A verdade é, nenhum de nós é muito bom em identificar e seguir nossa consciência. É difícil ouvir aquela voz baixinha e ainda mais difícil é confiar nela. Então é melhor termos regras. E as regras não acabam estragando a gente na mesma medida no final das contas?”
Então nos encontramos com essas perguntas, e na verdade não existem boas respostas. Eu poderia escrever que a Bíblia não diz que beber é pecado (que é o que acredito), mas muitos leitores ainda assim vão discordar de mim. Eu também poderia dizer que muitos dos argumentos dos que bebem são baseados no seu próprio medo de estarem errados (o que eu também acredito), mas esses leitores vão discordar de mim, também. Eu poderia ficar chateado com aquela banda cristã, ou poderia sentir um tipo de empatia com eles devido à sua inclinação ao álcool. Mas no geral só fico triste, pois é tão difícil ser como Jesus.
Dito isso, vou fechar com duas afirmações com as quais acho que todos podemos concordar: Beber demais faz coisas ruins com as pessoas. Julgar demais também.
Jason Boyett
Original aqui.




a parte mais dificil é aprender a ser equilibrado. de fato. Não dá pra ter liberdade sem equilibro.
e o “relativismo moral” continua e continuará segregando cristãos e tentando estipular as “regras do jogo”.
Gostei do texto. Tem uma visão equilibrada e desprendido de dogmas e tradições.
O cristão deve cuidar para que mesmo as coisas lícitas não se tornem estorvo na sua vida, que é o caso do álcool, que possui uma linha tênue entre diversão e irresponsabilidade.
Genial. Essa linha realmente é tênue…é relmente necessário equilibrio em todas as coisas..é claro é sempre dificl..
Paulo já falava: Todas as Coisas são licitas, porém não deixarei me dominar por nenhuma!
Equilibrio!
Posso discordar sem julgar? Existe uma remota possibilidade disso?
Ao ver passagens como “Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação” (1 Ts 4.7), fico a pensar o que para Deus significa as nossas vidas. Povo que se entregou a toda sorte de maldade e malicia. Amando mais ao mundo que a Deus. A ponto de ver “o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.” (Gn 6.5,6).
Apesar disso, por sua misericórdia que é infinita e sua fidelidade que é grande (Lm 3.22), o Senhor em que não há sombra de variação (Tg 1.17) não poderia deixar de cumprir sua palavra em Gn 3.15. E dessa forma nos deu o seu filho Unigênito, “Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados (…)” (Ap 1.5). Desse modo já não somos mais estranhos a Deus, mas concidadãos dos santos, somos da família de Deus (Ef 2.19). E temos vida nova. Ao menos deveria ser assim segundo nos mostra 2 Co 5.17.Será que estamos nos revestindo do novo homem mesmo e nos despojando do velho homem? (Ef 4.24) Ou cuidando da carne com as suas concupiscências? (Rm13.14). Estamos pensando nas coisas lá de cima? (Cl 3.2) Ou amamos mais o mundo e o que nele há? (1 Jo 2.15). Concordo que de fato a Bíblia não nega veementemente o ato de beber (mas sim a bebedice). Porém, posso garantir que terei esse poder de ser mais forte que a minha carne? Terei força de voltar ao centro da vontade de Deus quando estiver na linha tênue entre pecar ou não pecar pela bebida? Alguém pode dar essa resposta com exatidão? Jesus nos alerta que o nosso espírito está pronto, mas que a nossa carne é fraca, por isso precisamos vigiar.Talvez beber dois pacotes com seis latinhas cada de cerveja no curso de um ano não constitua pecado. Mas talvez esse mesmo ato me leve a dar lugar ao Diabo (Ef 4.27). “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” (1 Pe 5.8). Será que a “banana coladas” – a de verdade – me deixará ainda na minha sobriedade? Talvez.A Bíblia diz que devo andar em temor quanto aquele me chamou no tempo da minha peregrinação aqui na terra (1 Pe 1.15-17). E ainda nos questiona e adverte:
“porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso”. (2 Co 6.14-18).
Ora, se tudo me é licito, ainda assim tudo me convém? Me deixarei dominar por tudo? E tudo me edifica? (I Co 6.12 e 10.23) Ou basta que eu faça escondidinho e ta ok?
Assim, gostaria de deixar duas ultimas citações:
“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (I Co 10.31).
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).
Redundo minha opinião na palavra EQUILÍBRIO. Com caps lock ligado.
Existem coisas que são neutras, não são pecado, mas precisam passar pelo domínio de nossa vontade através do equilíbrio e bom senso, para não se tornarem peso inútil (Hb12.1).
Bebida é uma dessas coisas.
Beber é e será sempre uma opção.
Você é livre para não beber, mas também não julgue quem bebe.
Quando soubermos como cristãos, dosar até aonde podemos beber (ou fazer qualquer outra coisa), sem ultrapassar a linha da sensatez e do domínio próprio, então podemos nos considerar realmente cristãos maduros.
Como Jesus. Esse sim, sabia beber (ou fazer qualquer outra coisa) com moderação.
Fugir disso ou seguir outra linha fora disso é mero legalismo inócuo e pecaminoso.
Ok meu irmão. Apesar de explicitar a minha opinião não quer dizer que estou julgando. Apenas siga no teu caminho livre que Deus lhe deu, somente não te esqueças da palavra que lhe foi ensinada, como admoesta o trecho abaixo:
Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Apocalipse 3.11.
Amém!
Nossa, li o post e os comentarios.
É incrivel que realmente um assunto que dentro de uma organização cristão é aparentemente um assunto resolvido, pode hoje estar preste a ser alvo de uma grande discursão.
Lembro a 1º vez que vi uma cerveja na geladeira de um “irmão”, me deixou confuso sobre a sua vida crstã, lembro da 1º vez que tomei uma cerveja e não foi por presão apenas curiosodade, não gostei, o que ja foi diferente com o vinho, porem teve um dia na minha vida que eu tive tanta pertubação que comprei uma cerveja e desceu doce na garganta.
Em minha geladeira de vez em quando tenho Scaloff Ice, e realmente não vejo problema em beber um pouco para relaxar, para esquentar…vejo problema com quem tem vicios que pertubam a ordem na sociedade, e olha que não é so as drogas e o alcool, mas também tem o vicio de internet, tv, jogatina,e video-games que vem destruindo lares
concondo que é uma questão de equilibrio e adiciono que é preciso vigiar
Cara, o texto e bacana e a Ideia de Liberdade definida pela Biblia e legal, mas beber com moderação e bem dificil e como um doce gostoso que começa a comer e diz, vou comer tudo não, mas a vontade grita mais alto e vc procura ir até o fim, então acho que a Bliblia não proibe a bebida, mas impera os limits para pessoas que não tem dominio proprio para parar a hora que der.
Q texto fantástico! Equilibrado e coerente.
Gostei muito. Não pelo fato de eu beber e concordar que, como cristãos, temos liberdade pra não beber. mas pelo fato da fundamentação q foi colocada de forma coerente e principalmente bíblica.
Mas concordo q a bebida num é pra todo cristão. E tb num é todo mundo q vai entender essa idéia de cristão beber. Isso sempre vai gerar discursões pelo fato das pessoas confiarem mais em sua capacidade de servir a Deus, do que no próprio Deus que é Soberano.
Agora, cá entre nós, Numa questão como essa, após um comentário equilibrado e imparcial de alguém que agente conhece a índole, o cara dar uma resposta usando a bíblia com um “…guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.”, e dizer q isso num é julgamento, ahh, conta outra. hehehehe
olá amado paz! sincera mente eu não gostei do seu post eu acho q nos como cristãos temos quer ser santos e buscarmos isso a cada dia e tbm não pode mos julgar as pessoas que são cristãs pq cada um dara conta de si Deus julgará a cada pessoa pela sua própria responsabilidade e nos como cristão temos que fazer diferença neste mundo perdido como? sendo exemplo não nos conformando com este mundo sendo exemplos com a nossa vida pq se o mundo bebe nos estamos nos conformando com ele e o texto de romanos 14:21 nos fala sim que se isso escandaliza o nosso próximo é para não fazermos mas isso não quer dizer que não possamos fazer temos sim liberdade para fazermos oq quisermos Deus nos da o livre arbítrio podemos fazer as nossas escolhas mas o que vamos escoher? não nos conformarmos com o mundo e sermos diferentes mostrarmos a luz de cristo em nós? ou sermos igual ao mundo e Deus cobrar isso de nos lá no versiculo 22 de romanos 14 fala Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. essa é a minha palavra e que Deus te abençõe e te de visão espiritual de que o mundo que vivemos é um mundo pecaminoso e que temos quer ser luz temos que ser sal e sempre fazermos a diferença pq assim ganharemos a coroa de Vida eternaa paz!