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	<title>Abrigo R15 &#187; markeetoo</title>
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		<title>Igreja-Poder</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 14:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou abordar um tema incômodo mas incontornável: como pode a instituição-Igreja, como a descrevi num artigo anterior, com características autoritárias, absolutistas e excludentes se perpetuar na história? A ideologia dominante responde: “só porque é divina”. Na verdade, este exercício de poder não tem nada de divino. Era o que Jesus exatamente não queria. Ele queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou abordar um tema incômodo mas incontornável: como pode a instituição-Igreja, como a descrevi num artigo anterior, com características autoritárias, absolutistas e excludentes se perpetuar na história? A ideologia dominante responde: “só porque é divina”. Na verdade, este exercício de poder não tem nada de divino. Era o que Jesus exatamente não queria. Ele queria a hierodulia (sagrado serviço) e não a hierarquia (sagrado poder). Mas esta se impôs através dos tempos.</p>
<p>Instituições autoritárias possuem uma mesma lógica de autoreprodução. Não é diferente com a Igreja-instituição. Em primeiro lugar, ela se julga a única verdadeira e tira o título de “igreja” a todas as demais. Em seguida cria-se um rigoroso enquadramento: um pensamento único, uma única dogmática, um único catecismo, um único direito canônico, uma única forma de liturgia. Não se tolera a crítica nem a criatividade, vistas como negação ou denunciadas como criadoras de uma Igreja paralela ou de um outro magistério.</p>
<p>Em segundo lugar, se usa a violência simbólica do controle, da repressão e da punição, não raro à custa dos direitos humanos. Facilmente o questionador é marginalizado, nega-se-lhe o direito de pregar, de escrever e de atuar na comunidade. O então Card. Joseph Ratzinger, Presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, em seu mandato, puniu mais de cem teólogos. Nesta mesma lógica, pecados e crimes dos sacerdotes pedófilos ou outros delitos, como os financeiros, são mantidos ocultos para não prejudicar o bom nome da Igreja, sem o menor sentido de justiça para com as vítimas inocentes.</p>
<p>Em terceiro lugar, mitificam-se e quase idolatram-se as autoridades eclesiásticas principalmente o Papa que é o “doce Cristo na Terra”. Penso eu lá com meus botões: que doce Cristo representava o Papa Sérgio (904), assassino de seus dois predecessores ou o Papa João XII (955), eleito com a idade de 20 anos, adúltero e morto pelo marido traido ou, pior, o Papa Bento IX (1033), eleito com 15 anos de idade, um dos mais criminosos e indignos da história do papado, chegando a vender a dignidade papal por 1000 liras de prata?</p>
<p>Em quarto lugar, canonizam-se figuras cujas virtudes se enquandram no sistema, como a obediência cega, a contínua exaltação das autoridades e o “sentir com a Igreja (hierarquia)”, bem no estilo fascista segundo o qual “o chefe (o ducce, o Führer) sempre tem razão”.</p>
<p>Em quinto lugar, há pessoas e cristãos com natureza autoritária, que acima de tudo apreciam a ordem, a lei e o princípio de autoridade em detrimento da lógica complexa da vida que tem surpresas e exige tolerância e adaptações. Estes secundam esse tipo de Igreja bem como regimes políticos autoritários e ditatoriais. Aliás, há uma estreita afinidade entre os regimes ditatoriais e a Igreja-poder como se viu com os ditadores Franco, Salazar, Mussolini, Pinochet e outros. Padres conservadores são facilmente feitos bispos e bispos fidelissimos a Roma são promovidos, fomentando a subserviência. Esse bloco histórico-social-religioso se cristalizou e garantiu a continuidade a este tipo de Igreja.</p>
<p>Em sexto lugar, a Igreja-poder sabe do valor dos ritos e símbolos pois reforçam identidades conservadoras, pouco zelando por seus conteúdos, contanto que sejam mantidos inalteráveis e estritamente observados.  Em razão desta rigidez dogmática e canônica, a Igreja-instiuição não é vivida como lar espiritual. Muitos emigram. Dizem sim ao cristianismo e não à Igreja-poder com a qual não se identificam. Dão-se conta das distorções feitas à herança de Jesus que pregou a liberdade e exaltou o amor incondicional.</p>
<p>Não obstante estas patologias, possuimos figuras como o Papa João XXIII, Dom Helder Câmara, Dom Pedro Casaldáliga, Dom Luiz Flávio Cappio e outros que não reproduzem o estilo autoritário, nem apresentam-se como autoridades eclesiásticas mas como pastores no meio do Povo de Deus. Apesar destas contradições, há um mérito que importa reconhecer: esse tipo autoritário de Igreja nunca deixou de nos legar os evangelhos, mesmo negando-os na prática, e assim permitindo-nos o acesso à mensagem revolucionária do Nazareno. Ela prega a libertação mas geralmente são outros que libertam.</p>
<p><strong>Leonardo Boff é autor de <em>Igreja: carisma e poder</em>, Record 2009</strong></p>
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		<title>Isso É Vida!</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;(&#8230;) Me tornei amigo de um garoto que tem uma história fantástica. Ele foi pro programa &#8220;The Price Is Right&#8221; e acabou ganhando um carro. Então ele levou a sorte grande na grande roda e conseguiu entrar no &#8220;Showcase Showdown.&#8221;
Agora, você não vai acreditar nisso, mas em um lance raro de brilhantismo, ele foi perfeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;(&#8230;) Me tornei amigo de um garoto que tem uma história fantástica. Ele foi pro programa &#8220;The Price Is Right&#8221; e acabou ganhando um carro. Então ele levou a sorte grande na grande roda e conseguiu entrar no &#8220;Showcase Showdown.&#8221;</em></p>
<p><em>Agora, você não vai acreditar nisso, mas em um lance raro de brilhantismo, ele foi perfeito e acabou ganhando absolutamente tudo no &#8220;Showcase Showdown&#8221;. Então no fim ele tinha ganhado dois carros e todo tipo de prêmios totalizando cerca de U$60.000. Mas então ele leu sua Bíblia e orou (as vezes, algo perigoso de se fazer). Ele sentiu o Espírito o movendo a fazer algo diferente, algo louco, algo que faria Deus sorrir. Então ele transformou todos os prêmios em dinheiro e voou para Uganda, e gastou tempo em orfanatos por toda Uganda, se livrando de todo o dinheiro secretamente. E eis uma coisa incrível&#8230; quando você fala com esse garoto, ele está VIVO. Como nunca antes. </em></p>
<p><em>Não é nem como se ele tivesse feito algo heróico ou nobre. Ele simplesmente fez algo que fazia sentido à luz do Evangelho. E, não apenas isso levou vida àqueles meninos morrendo de pobreza em Uganda, mas isso também trouxe vida a esse menino que deu tudo. Quero dizer, sério, você iria preferir ter 2 carros e um monte de coisas ganhados de um programa de TV que eventualmente iriam quebrar ou enferrujar ou ser vendidos no eBay; ou a lembrança preciosa daqueles rostos e sorrisos, e a sensação profunda de que você fez algo de significado eterno por outro ser-humano? Isso é vida. (&#8230;)&#8221;</em></p>
<p>Esse trecho do livro <a href="http://www.amazon.com/Follow-Me-Freedom-Leading-Ordinary/dp/0830751203/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1276028228&amp;sr=8-1">Follow Me To Freedom</a> do Shane Claiborne e John Perkins foi um tapa na minha cara. Sempre queremos mais e mais enquanto tem gente passando fome. Lemos e relemos o Evangelho, mas se isso não gera ações práticas nesse sentido, tudo é vão.</p>
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		<title>Então, não tem problema beber?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 20:54:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pergunta: O que é melhor? Pescar com um batista ou dois batistas?
Resposta: Dois. Se você levar um, você terá que compartilhar sua cerveja. Se você levar dois, terá a cerveja só pra você, porque batistas não bebem na frente de outros batistas.
 
Eu não sou muito de beber. Não bebi nada de álcool até meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-weight: normal;"><em>Pergunta: O que é melhor? Pescar com um batista ou dois batistas?</em></span></strong></p>
<p><em>Resposta: Dois. Se você levar um, você terá que compartilhar sua cerveja. Se você levar dois, terá a cerveja só pra você, porque batistas não bebem na frente de outros batistas.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Eu não sou muito de beber. Não bebi nada de álcool até meus 22 anos. E atualmente, devo ter bebido um pouco mais que o equivalente a 2 pacotes com 6 latinhas no curso de um ano. Uma Coors ou Shine Bock quando jogo poker com os amigos do meu irmão. A batida ocasional quando saio com outro casal da nossa igreja. E ao me encontrar no Caribe, sou homem o suficiente para admitir que gosto muito de banana coladas &#8211; não as sem álcool que minha esposa prefere, mas as de verdade. E é isso.</p>
<p>Outra confissão: Eu gosto de fumar quando vou pescar, porque acampamentos ao redor da fogueira são melhores com um bom charuto, e o ar da montanha é mais fresco depois de um cigarro. Além do mais, jogo cartas, invisto na bolsa de valores, deixo minha esposa administrar as finanças de nossa família e costumava assistir &#8220;Buffy &#8211; A Caça-Vampiros&#8221; com devoção.</p>
<p>Na próxima vez que você estiver num culto de igreja, faça um aviãozinho de papel com o boletim, jogue ele com força, e existem boas chances de que você vai atingir alguém que pensa que ao menos uma das atividades descritas acima são pecaminosas. O problema é que nenhuma delas são expressamente proibidas na Bíblia, a não ser que você dê um jeitinho com a linguagem ou tire algo do contexto. Essa é uma das grandes dificuldades de ser um cristão numa sociedade dois milênios depois de nossas Escrituras terem sido escritas &#8211; as áreas cinzentas. Jesus nunca disse, &#8220;Discípulos, não bebam álcool.&#8221; Ele nunca contou nenhuma parábola sobre o efeito de filmes para maiores de 18 anos aos seus seguidores. Ele nunca censurou os fariseus por gastarem muito tempo jogando video-games. Claro, ele foi bastante claro em relação a coisas como adultério e divórcio. E ele se ocupou bastante com os religiosos que julgavam aqueles que não se mantinham à altura de suas extensas listas de regras sociais e religiosas.</p>
<p>Quando Jesus caminhou pela Palestina, as pessoas que mais se chatearam com ele foram os fariseus. Por que? Porque o foco deles eram suas regras mesquinhas, pseudo-religiosas enquanto deixavam passar coisas importantes como amar a Deus e amar as pessoas. Nós fazemos a mesma coisa hoje. Muitas de nossas &#8220;regras&#8221; de nossa confortável subcultura cristã são baseadas mais na tradição do que na Bíblia. Elas tem mais a ver com a noção de &#8220;ser separados&#8221; do mundo do que de ser feito à imagem de Cristo. E quão significativo é que essa atitude de separação enfatiza alguns assuntos de aparência externa (beber, fumar, tatuagens, entretenimento) e não outros (consumismo impensado, glutonaria)?</p>
<p>O que nos leva ao problema do álcool. Muitos leitores acreditam fortemente que a Bíblia é clara na proibição de bebidas alcóolicas. Outros acreditam que a Bíblia não proíbe precisamente, mas sentem que é melhor se abster na sociedade em que vivemos. E ainda temos outros que acham que não há absolutamente nada errado em beber, mas reconhecem que a embriaguez é um ato pecaminoso.</p>
<p>Alguns cristãos vão ainda mais além e não condenam a embriaguez. Uma grande amiga minha pôde passar uma noite com os membros de uma famosa banda cristã de hardcore. Depois do show em um local cristão, todos eles foram a um bar e encheram a cara &#8211; a banda, o empresário, os promoters da casa de show, todos. Minha amiga acabou tendo que acompanhar toda a trupe naquela noite porque era a única em condições de dirigir. Nem precisa dizer que foi uma noite longa e estranha pra ela. Ela ficou pensando se a livraria cristã da sua cidade ainda exibiria aquele display de papelão gigante da banda se soubessem o que aconteceu naquela noite.</p>
<p>Essa é a história. E você está tentando descobrir qual era a banda, né? Por que? É pra você poder julgá-los? Orar por eles? Se juntar a eles? Qual é a resposta cristã pra esse tipo de história? Vamos deixar essas questões de lado e olhar algumas coisas a respeito da Bíblia e álcool.</p>
<p><strong>SUCO DE UVA<br />
</strong>Eu participo de uma igreja batista. Eu não sou bem um batista, mas essa é uma longa história, e não vou entrar nela. De qualquer forma. Quando uma discussão sobre álcool surge entre os membros da minha congregação, e alguém menciona a história de Jesus transformando a água em vinho no seu primeiro milagre público, uma questão é levantada inevitavelmente: que o vinho naquela época era tão aguado que ele não tinha nada ou quase nenhum teor alcoolico, sendo quase um suco de uva.</p>
<p>Isso soa legal, e é uma maneira fácil de justificar as quase 50 vezes que o vinho é mencionado na Bíblia como uma benção de Deus. Também ajuda nos registros em que o vinho ou a bebida alcoolica é referenciada neutramente, como nada além de uma prática cultural comum. Mas existem alguns problemas com o argumento &#8220;era apenas suco de uva&#8221;. Como as pessoas que participaram da ceia em Corinto ficaram bêbados com suco de uva? Por que o Bom Samaritano derramou suco de uva nas feridas do homem assaltado na parábola de Jesus? Por que Paulo nos adverte &#8220;não vos embriagueis com vinho?&#8221; Por que os apóstolos no Pentecostes foram acusados de estar cheios de vinho quando começaram a falar em línguas? Um comportamento estranho é normalmente associado ao sujeito ter dado uns goles de suco? Sim, existiam vários tipos de vinho na Bíblia com quantidades variadas de álcool &#8211; mas era uma quantidade suficiente para a embriaguez ser mencionada. Pessoas ficavam bêbadas naquela época assim como ficam hoje. Meu palpite é que o vinho da Bíblia é exatamente o que a Bíblia diz que é.</p>
<p><strong>SER UMA PEDRA DE TROPEÇO</strong><br />
Um argumento mais razoável contra o vinho é feito baseado na interpretação de Romanos 14:21: &#8220;É melhor não comer carne ou beber vinho ou fazer qualquer outra coisa que vai fazer seu irmão cair.&#8221; Baseado no contexto desse verso, causar a &#8220;queda&#8221; de um cristão companheiro significa fazer com que ele faça algo que viola a sua consciencia ao imitar uma ação que ele acredita ser errada. Assim é como normalmente interpretamos o cenário: Eu vou ao Wal-Mart e pego um pacote de 6 cervejas. O Bob me vê parado na fila com as mãos cheias de breja. Bob pensa consigo mesmo, &#8220;Hmmmm&#8230; eu sempre aprendi que beber cerveja é pecado, mas já que o Jason está fazendo, acho que vou tentar.&#8221; Então Bob bebe álcool, mesmo ele tendo sido ensinado &#8211; e ele acredita nisso &#8211; que a ação é pecaminosa. Ruim pro Bob, e ruim pra mim também.</p>
<p>Abstinência (ou talvez, saber esconder) faz muito sentido nesse caso, mas não vamos considerar o assunto resolvido ainda. Existem 3 ações específicas no verso: 1) Comer carne; 2) Beber vinho; e 3) Fazer qualquer outra coisa.</p>
<p>Isso cobre tudo, não é? E é tão claro em relação à carne como é em relação ao vinho. Vamos considerar nossos amigos Adventistas do Sétimo Dia, que guardam como doutrina que comer carne é pecado. Muitos crentes tem problemas com a doutrina dos Adventistas, mas entre a maioria eles ainda são considerados cristãos. Então você também pensa em Romanos 14:21 quando você está entrando no drive-thru do Burger King? Quando você acende o fogo na sua churrasqueira no quintal? Quando você está carregando uns bifes na fila do supermercado?</p>
<p>Para aqueles que levam a Bíblia a sério, a aplicação desse verso se torna um problema. Porque além de se abster completamente do álcool, você tem que ser também um vegetariano.</p>
<p>E nós ainda nem tocamos na parte do &#8220;fazer qualquer outra coisa&#8221;. Tenha em mente que quase tudo que fazemos na nossa cultura atual já foi rotulado como pecado em algum aspecto do cristianismo. A lista inclui dançar, usar maquiagem, mulher usar shorts, ouvir rock, nadar com pessoas do sexo oposto ou comprar qualquer coisa em um domingo. A lista continua. Como aplicamos Romanos 14:21 consistentemente sem viver debaixo do medo constante de causar a queda de um cristão? Como podemos fielmente &#8220;fugir da aparência do mal&#8221; (I Ts 5:22) quando o mal pode ser quase tudo?</p>
<p>Pra encerrar esse ponto, lembre disse: Jesus ofendeu grandemente os fariseus. Ele certamente gastou tempo com as pessoas erradas, e ele bebeu o suficiente para que o rotulassem de beberrão (Mt 11:19). É bastante claro que ele fez o suficiente para ser uma pedra de tropeço (1 Cr 10:32) de alguma forma a eles. Afinal, eles o levaram à morte. Será que isso não se classifica como falhar em &#8220;fugir da aparência do mal&#8221;? Jesus não pecou, não foi?</p>
<p><strong>CONSIDERANDO NOSSA SOCIEDADE</strong><br />
Estima-se que existem mais de cinco milhões de alcóolatras só nos EUA, e outros 4 milhões que são considerados bebedores problemáticos. O índice de mortalidade é 2.5 vezes maior entre alcóolatras em relação à população geral. O índice de suicídios é quase três vezes maior. O índice de mortes acidentais é sete vezes maior. Cerca de 40% de todas as fatalidades do trânsito e um terço de todos os acidentes no trânsito são relacionados com o abuso de álcool. Um terço de todos os suicídios e distúrbios de sanidade mental são estimados a ser associados com um sério abuso de álcool. E isso é só entre adultos &#8211; estimativas recentes identificam mais de três milhões de pessoas com problema em relação ao álcool entre 14 e 17 anos nos EUA. Claramente, o abuso de álcool tem um efeito devastador em nossa sociedade. Ele estraga as pessoas.</p>
<p>Mesmo se a Bíblia não condenar o vinho, não seria melhor, na cultura de hoje &#8211; onde parece mais provável que as pessoas abusem do álcool do que usufruam dele responsavelmente &#8211; se abster completamente? É um argumento lógico na superfície, e tem sido usado por cristãos desde os dias da Lei-Seca. Mas existe um problema: ele é puramente relativismo moral.</p>
<p>Eis a lógica (ou ilógica): Trinta ou quarenta anos atrás, nossa cultura como um todo se preocupava com coisas como o divórcio, adultério e imoralidade sexual. Por que? Porque a Bíblia dizia que isso era moralmente errado, para citar um dos motivos. Ainda assim, na sociedade de hoje, dificilmente alguém vai estranhar um divórcio. Todo mundo está fazendo sexo adúltero e promíscuo com todo mundo, e o homossexualismo entrou na mainstream. Nossa cultura aceita essas ações, mas os cristãos continuam resistindo porque acreditamos que a Bíblia chama essas coisas de pecado. E se alguma coisa era pecado 2.000 anos atrás, continua pecado agora. Se as Escrituras são o que dizemos que são, então você não pode eliminar certas partes por causa das mudanças na sociedade. Você não pode reescrever a Bíblia para se acomodar aos padrões culturais de hoje. Pecados são problemas morais, não culturais. Captou?</p>
<p>Agora, vamos aplicar essa lógica ao álcool. Se não podemos cortar pecados da lista por razões culturais, não seria igualmente errado adicioná-los à lista pelos mesmos motivos? O oposto da frase no parágrafo acima também implica: se uma coisa não era pecado no primeiro século na Palestina, então não pode ser um pecado agora. E nos constituir os definidores de pecado não fica um pouco perto de dizer que somos melhores que Deus? No mínimo é legalista e farisaico. Lembra de quem Jesus chamava constantemente de &#8220;Raça de víboras&#8221;? Aqui vai uma dica &#8211; não eram os imorais, as prostitutas, ou os bêbados. Não. Era o povo igrejeiro que os enchiam com fardos de muitas regras.</p>
<p><strong>JULGAMENTO E MEDO<br />
</strong>Vamos pensar de novo na banda cristã com quem minha amiga passou aquela noite apimentada. Qual foi sua reação imediata a essa história? Posso pensar de várias reações possíveis entre os leitores da RELEVANT:</p>
<p>1) Empolgação: <em>Quem são esses caras? Preciso saber quem são pra eu poder adicionar mais um nome de celebridade na minha lista de cristãos que acham que não tem problema beber.</em></p>
<p>2) Raiva: <em>Quem esses caras pensam que são? Eles não sabem que são exemplos para a nossa juventude? Que irresponsáveis!</em></p>
<p>3) Tristeza: <em>Por que tudo tem que ser tão difícil? Por que é tão difícil curtir uma coisa sem alguma hora estragar tudo?</em></p>
<p>Isso nos leva à raiz do problema. Toda a argumentação sobre se a Bíblia diz que tem problema ou não beber acaba falando mais sobre os argumentadores do que sobre o tópico. Tenho a sensação de que muitos dos que veementemente defendem os direitos dos cristãos que bebem o fazem porque, bem, eles ficam nervosos se não puderem ser cristãos que bebem. Como minha irmã, Micha (uma contribuidora regular da RELEVANT), diz, &#8220;Parece que temos que falar tão alto sobre nós sermos livres para beber e fumar porque lá no fundo nos preocupamos em talvez estarmos errados.&#8221; O mesmo se aplica aos abstêmios, que argumentam e citam versos porque têm medo de encarar a facilidade com a qual eles julgam seus irmãos que bebem.</p>
<p>Ambos os lados tem bons argumentos, e ambos estão errados. Por que? Porque nos dois o foco está em regras. É tudo legalismo. A Bíblia diz &#8220;não beba&#8221;? Não exatamente, então eu posso beber. A Bíblia diz &#8220;não beba&#8221;? Não exatamente, então é melhor eu não beber.</p>
<p>Citando a Micha novamente, porque ela fala sobre isso muito bem: &#8220;É difícil falar às pessoas para serem equilibradas &#8211; beber, mas não beber demais. Porque a bebida estraga as pessoas, e como Jesus poderia fazer parte de algo que pode se transformar em algo ruim tão rapidamente? A verdade é, nenhum de nós é muito bom em identificar  e seguir nossa consciência. É difícil ouvir aquela voz baixinha e ainda mais difícil é confiar nela. Então é melhor termos regras. E as regras não acabam estragando a gente na mesma medida no final das contas?&#8221;</p>
<p>Então nos encontramos com essas perguntas, e na verdade não existem boas respostas. Eu poderia escrever que a Bíblia não diz que beber é pecado (que é o que acredito), mas muitos leitores ainda assim vão discordar de mim. Eu também poderia dizer que muitos dos argumentos dos que bebem são baseados no seu próprio medo de estarem errados (o que eu também acredito), mas esses leitores vão discordar de mim, também. Eu poderia ficar chateado com aquela banda cristã, ou poderia sentir um tipo de empatia com eles devido à sua inclinação ao álcool. Mas no geral só fico triste, pois é tão difícil ser como Jesus.</p>
<p>Dito isso, vou fechar com duas afirmações com as quais acho que todos podemos concordar: Beber demais faz coisas ruins com as pessoas. Julgar demais também.</p>
<p>Jason Boyett</p>
<p>Original <a href="http://www.relevantmagazine.com/features-reviews/life/1539-alcohol-a-commentary">aqui.</a></p>
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		<title>Viver junto ou morrer sozinho</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 20:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem me conhece pessoalmente ou através das redes sociais desse mundo virtual sabe que essa semana acabou o melhor seriado que a televisão já produziu, na minha opinião e quão freqüentemente eu falei e falei sobre isso. Como tudo que produz um certo hype, é normal que muitos estejam de saco cheio desse tema, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem me conhece pessoalmente ou através das redes sociais desse mundo virtual sabe que essa semana acabou o melhor seriado que a televisão já produziu, na minha opinião e quão freqüentemente eu falei e falei sobre isso. Como tudo que produz um certo hype, é normal que muitos estejam de saco cheio desse tema, até porque os fãs de LOST são meio chatos (sim, confesso). Não quero aqui comentar somente o último episódio ou trazer uma teoria ou explicação. Quero falar sobre o que mais prendeu a maioria dos telespectadores, que foram aqueles personagens que nos cativaram e nos fizeram refletir tantas vezes.</p>
<p>Nós, no Abrigo R15 temos visto as coisas cada vez mais sendo direcionadas para a importância de relacionamentos, para a noção de que sozinhos, não vamos longe. Por mais piegas que isso possa soar, é uma realidade. Somos seres sociais.</p>
<p>Gostaria de citar um trecho do que meu irmão, Micael Silva, <a href="http://cinemagnetico.blogspot.com/2010/05/minha-historia-com-lost.html">escreveu no seu blog</a> a respeito da série: <em>&#8220;Por fim, a questão relacional se mostrou a parte mais essencial de toda a trama da série. Cada personagem marcou a vida um do outro e isso terá implicações eternas, será uma marca indelével, que nem a morte poderá extinguir.&#8221; </em>No texto, ele também menciona outro filme que já foi comentado <a href="http://www.abrigor15.com.br/2009/10/a-felicidade-so-e-real-quando-compartilhada/">aqui</a> em nosso site, que é o <em>Na Natureza Selvagem, </em>que traz a célebre frase: &#8220;<em>A felicidade só é real quando compartilhada</em>.&#8221;</p>
<p>Os relacionamentos, maus ou bons, nos &#8220;afiam&#8221;, mexem conosco, nos fazem mudar. Se nos relacionamos, somos impulsionados a se preocupar, a querer cuidar, e com isso vem a auto-negação em favor do bem-estar do outro, o serviço. Muitas das desgraças sociais que vivenciamos todo dia, da destruição da família, da superficialidade dos relacionamentos, do desapego, da banalização dessas relações surgem por causa do egoísmo, do medo de se envolver. Acho que deveríamos juntar alguns pequenos grupos e jogar no meio de uma ilha isolada pra que muitos de nós sejamos forçados a lidar com algumas dessas questões. Precisa chegar a tanto? Não.</p>
<p>É com saudade dos losties, das conversas cheias de teorias, das sessões de LOST projetadas na sala do meu pai que vou parando por aqui, grato por todas as experiencias que a série me proporcionou. Alguns conseguem refletir nessas questões lendo um livro, outros com filmes, outros simplesmente vivendo isso de maneira altruísta, não importa. O que importa são os relacionamentos.</p>
<p>Ah, e esse Hurley super legal da imagem do post foi desenhado pelo brother Bernardo Bulcão. Clica <a href="http://xcaboquinho.wordpress.com/2010/04/30/o-fim-se-aproxima/">aqui</a> pra ver.</p>
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		<title>A História de Zac Smith</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 21:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cancer]]></category>
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		<category><![CDATA[familia]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>

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		<description><![CDATA[Deus é soberano e isso é fato. Precisamos aprender a viver como se acreditássemos nisso.
Esse vídeo me impactou. Quis compartilhar com vocês:

A história de Zac Smith from iPródigo on Vimeo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deus é soberano e isso é fato. Precisamos aprender a viver como se acreditássemos nisso.</p>
<p>Esse vídeo me impactou. Quis compartilhar com vocês:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10597887&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10597887&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/10597887">A história de Zac Smith</a> from <a href="http://vimeo.com/iprodigo">iPródigo</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jesus Abstrato</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[abstrato]]></category>
		<category><![CDATA[intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você está distante, desencarnado, e abstrato
Você é bem mais fácil. Quando Sua mensagem é um
museu frio em vez de uma Palavra viva, Você é
bem mais fácil. Quando Você é uma lembrança
fraca em vez de uma realidade que respira,
eu posso manter uma distância confortável
de Você.
Eu quero confinar Você a uma conversa
intelectual e a uma apresentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você está distante, desencarnado, e abstrato<br />
Você é bem mais fácil. Quando Sua mensagem é um<br />
museu frio em vez de uma Palavra viva, Você é<br />
bem mais fácil. Quando Você é uma lembrança<br />
fraca em vez de uma realidade que respira,<br />
eu posso manter uma distância confortável<br />
de Você.</p>
<p>Eu quero confinar Você a uma conversa<br />
intelectual e a uma apresentação dominical.<br />
Eu quero limitar Você a defender heresias<br />
em vez  de seguí-lo como Rei Ressurreto.<br />
Jesus, por favor permita eu te deixar na minha<br />
estante de livros como uma abstração teológica<br />
e um guru espiritual.</p>
<p>Por mais que eu queira que Você mantenha<br />
uma distância segura, sei que Você não vai<br />
ficar lá. Existe algo místico e tocante em<br />
relação a Você. Você é indomável.<br />
Você é imprevisível. Você é infreável.<br />
Nem a morte pode Lhe segurar.</p>
<p>Você é revolucionário demais pra acariciar meu<br />
ego religioso. Você é selvagem demais pra fazer das minhas caixas convencionais a Sua casa.<br />
Algo me diz que Você não se contenta em continuar sendo uma idéia na minha vida. Algo me diz que ou Você será meu mestre ou irá simplesmente desistir.</p>
<p>Na minha imaginação, reavive as narrativas do Evangelho como registros pulsantes da vida cheia do Teu Espírito.</p>
<p>No meu discurso, injete histórias de amor, cuidado, apreço e compaixão.</p>
<p>Nos meus relacionamentos, se torne a Luz que me leva da escuridão até o amanhecer vibrante e promissor de um dia fresco.</p>
<p>Enquanto Te encontro em oração e louvor, me transforme.</p>
<p>Você andou. Você falou. Você viajou. Você bateu seu dedão do pé. Você ensinou. Você comeu. Você bebeu. Você riu. Você dançou. Você chorou. Você orou. Você se sujou. Você navegou. Você preparou café-da-manhã. Você partiu o pão.</p>
<p>Se torne real pra mim, Jesus. Se arraste pra fora da minha estante de livros, e entre no meu coração.</p>
<p><a href="http://www.jesusmanifesto.com/2010/03/abstract-jesus/www.broderickgreer.wordpress.com">Broderick Greer</a></p>
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		<title>Quarta, de cinzas</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2010/02/quarta-de-cinzas/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 20:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cinzas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia, eu prometo gostar de carnaval. Hoje, não me agrada. Como tantas outras coisas não me agradam. Coisa de gente com alma sem graça. Coisa de gente que adora ser chato. Mas como diria Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” é preciso, pelo menos, dizer o óbvio, o Brasil é carnaval.</p>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Compramos uma fantasia, usamos máscara, pagamos um bom dinheiro por um bom lugar com pessoas bonitas. Daí, amassos de carnaval, porres de carnaval, brigas de carnaval e todo carnaval que compõe o carnaval. O país da alegria de viver. O povo sofrido tira uma semana, outros mais tempo do que isso, para afogar as mágoas, espantar as tristezas e se entregar ao prazer de viver todas as delícias hoje, agora, já, e com ela – a cerveja gelada, a mulher desejada, a orgia sonhada, a bateria da escola, a velocidade máxima&#8230; E isso, de modo algum, é de se dizer que seja ruim, muito pelo contrário, é a dose máxima do que há de mais prazeroso. Sim, temos o direito de festejar. Não há quem não recorra ao pensamento da recompensa. “Trabalho tanto, eu mereço essa noite!”. Sim, merece sim.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Merece essa noite e todas as outras. Tem todo o direito de fazer ser inesquecível o beijo misturado com confetes, a dança mais maluca que os vários litros já bebidos te impeliram a dançar, o soco que levou pelo beijo que roubou da namoradinha do carinha mais marrento do salão. Você tem o aval, faça.</div>
<div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;">Mas, como diria um jovem cantor: “Todo carnaval tem seu fim”. Chega a hora de tirar a fantasia, a máscara. Hora de olhar bem e sem o entorpecer do álcool, a “princesa” que ardeu com você na fogueira da cama nessa noite de terça pra quarta. E só aí, nesse momento, fitando no espelho do teto os teus olhos vermelhos como que alarmando o teu cansaço, que você vai pensar por qual motivo chamam esse dia &#8211; quarta-feira de cinzas.</div>
<p>Todo carnaval tem seu fim.</p>
<p>Rodrigo &#8220;O Crônico&#8221;  Souza.<br />
Leia o post original <a href="http://nascronicas.blogspot.com/2010/02/quarta-de-cinzas.html">aqui</a>.</p>
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		<title>Natal O Ano Todo</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/natal-o-ano-todo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 16:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[charles swindoll]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mateus 1 &#8211; 2
Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!
Veja algumas sugestões:

Acabe com uma briga.
Procure um amigo que ficou esquecido.
Escreva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus 1 &#8211; 2</p>
<p>Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?<br />
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!<br />
Veja algumas sugestões:</p>
<ul>
<li>Acabe com uma briga.</li>
<li>Procure um amigo que ficou esquecido.</li>
<li>Escreva um longo e atrasado bilhete de amor.</li>
<li>Abrace alguém apertado e sussurre: “Amo tanto você”.</li>
<li>Perdoe um inimigo.</li>
<li>Seja amável e paciente com alguém irritado.</li>
<li>Alegre o coração de uma criança.</li>
<li>Encontre tempo para cumprir uma promessa.</li>
<li>Faça ou cozinhe alguma coisa para alguém. Anonimamente.</li>
<li>Afaste um ressentimento.</li>
<li>Escute.</li>
<li>Fale bondosamente com um estranho.</li>
<li>Participe da tristeza de alguém.</li>
<li>Sorria.</li>
<li>Ria um pouco.</li>
<li>Ria mais um pouco.</li>
<li>Vá passear com um amigo.</li>
<li>Diminua suas exigências sobre os outros.</li>
<li>Ouça uma música agradável durante o jantar.</li>
<li>Peça desculpas se estiver errado.</li>
<li>Desligue a televisão e converse.</li>
<li>Pague um sorvete para alguém (pode ser um iogurte).</li>
<li>Lave a louça da família.</li>
<li>Ore por alguém que o tenha ajudado em seu sofrimento.</li>
<li>Prepare o café na manhã  de domingo.</li>
<li>Dê uma resposta branda mesmo se estiver aborrecido.</li>
<li>Encoraje uma pessoa mais velha.</li>
</ul>
<p>Quando você  se dá, o presente nunca precisa ser devolvido.</p>
<p><em>Texto extraído do livro Dia a Dia de Charles Swindoll</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz Consumismo!</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/feliz-consumismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[adbusters]]></category>
		<category><![CDATA[aiden enns]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[kalle lasn]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[shane claiborne]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.
Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.</strong></p>
<p>Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do nascimento de nosso Salvador.</p>
<p>Bem&#8230; talvez não. Quando dezembro se desenrola, a maioria de nós se encontra espremidos entre nossas convicções sobre mordomia responsável e a cacofonia das mensagens nos atraindo para o consumo indulgente.</p>
<p>Então, quando a conta do cartão de crédito chega em janeiro, nós lamentamos que – como se fosse contra nossa vontade – mais uma vez fomos tragados pela máquina marqueteira das festas de fim de ano e cuspidos pra fora como pedaços de isopor.</p>
<p>E nós nem somos pagãos festivos. Somos cristãos.</p>
<p>Somos pessoas de fé que ouviram o chamado de Deus para dominar a Terra e ser mordomos dos recursos. Mas, com a melhor das intenções, talvez, nós esperamos sinceramente que reviver o antigo drama com nossos presépios de plástico fabricados pela Fisher-Price ou cantar “Parabéns pra você” pra Jesus vá nos sustentar.</p>
<p>Mas quando somos completamente honestos, duvidamos que seja possível. Nós realmente queremos viver diferente esse ano.</p>
<p>A boa notícia é que, diferente de tantos consumidores que estão se esmagando em shoppings lotados e comprando com o click de um mouse nessas férias, os cristãos se engajam na guerra santa contra o consumismo indulgente com recursos mais sustentáveis que força-de-vontade, preocupação chata com o aumento das dívidas ou até a legítima aversão humana a estacionamentos de shoppings. Diante da obsessão por coisas da nossa cultura, os cristãos estão verdadeiramente navegando em um novo caminho.</p>
<h3><strong>Um empurrão poderoso</strong></h3>
<p>Pesquisas estimam que os americanos assistem mais de 200 comerciais por dia. Nossas compras online, perfis de Facebook e até os textos pessoais em nossos emails agora permitem que propagandas balancem iscas especificamente para nosso perfil demográfico. Marqueteiros pagam milhões nisso – obviamente – porque funciona. Como peixes sem cérebro, nós mordemos a isca.</p>
<p>Mas em dezembro, a pressão para consumir se torna mais pessoal ainda. Quando o Natal se aproxima, somos infectados por vozes dentro de nós &#8211; e às vezes da família. Como decidimos diminuir o consumismo dando menos presentes, podemos ouvir uma voz de desaprovação interna. “Não importa se as necessidades e desejos dela foram preenchidos. Você sabe que ela vai lhe dar um presente caro,” a voz acusa. “Você não ousaria não ser recíproco.” Será que por algum acaso você conseguiria resistir a essas mensagens espertas? Você pode até ouvir, “A essência do cristianismo é dar, não é?” Prontamente essa distorcida lógica demoníaca, fundamentada em nenhuma raiz teológica, tem você sacando o cartão–de-crédito da carteira para comprar uma gravata horrível de bijuteria ou uma bonequinha bobblehead da Madre Teresa. Feliz Aniversário, Jesus.</p>
<h3>Podemos fazer melhor.</h3>
<p>Kalle Lasn é o fundador da revista Adbusters. Lasn reconhece a influência crescente da comunidade cristã no que diz respeito à responsabilidade social. Ele observa: “Estou notando que nos últimos 10 anos algo tem sido aberto nas comunidades da fé. Eles estão agora, mais do que nunca em minha memória, se envolvendo em serem mordomos do ambiente físico. Finalmente estão assumindo a responsabilidade.”</p>
<p>Um líder nesse movimento de reivindicar o natal é Aiden Enns. Em 2001, Enns, e mais seis amigos cristãos, lançaram a campanha “Buy Nothing Christmas” (Natal de Não Comprar Nada). O grupo comprou uma propaganda de 1 página inteira em um jornal de uma igreja no Canadá e criou um website, BuyNothingChristmas.org. A campanha traz um convite triplo exortando os cristãos a abraçarem uma temporada que é “rica em significado, menor em impacto na terra, e maior em dar às pessoas menos privilegiadas.”</p>
<p>“Algumas tradições tem sido distorcidas e podem fazer mais mal do que bem – como, por exemplo, comprar demais no natal. Em uma sociedade afluente, materialista, não faz sentido algum encher nossos amados de presentes como um sinal de amor em nome do Príncipe da Paz, Jesus Cristo.</p>
<p>“Natal é tempo de espaços abertos para generosidade como expressão de nossa gratidão e amor&#8230; para celebrar união apesar das diferenças.</p>
<p>Podemos continuar fazendo isso, mesmo que mudemos algumas de nossas tradições.”</p>
<h3>Vivendo diferente</h3>
<p>O escritor e ativista Shane Claiborne compartilha da paixão de Enn em estabelecer novas tradições. “Minha mãe e eu costuramos roupas todo natal,” diz Claiborne. “Me tornei um belo alfaiate com ela. É divertido. É doar vida. De onde vem isso é uma tentativa de criar um terceiro caminho que não é nem cultura nem contra-cultura, sempre reagindo.”</p>
<p>Como Enns, Claiborne encoraja os cristãos a serem mais criativos do que já fomos até agora. Ele explica: “Vamos bolar novas maneiras onde realmente honramos Jesus celebrando seu nascimento. Vamos bolar maneiras em que criamos rituais e tradições em nossas famílias. Vejo pessoas fazendo presentes juntos no natal, gente fazendo coisas como o Projeto Heifer ou outras maneiras em que dão presentes para oferecer dignidade e honra a pessoas que não tem o suficiente.”</p>
<p>Enns oferece alguns conselhos sábios àqueles considerando estabelecer novas maneiras de celebrar o nascimento de Jesus esse ano – particularmente encorajando a moderação. “Comece pequeno e explique o que você está fazendo. Com certeza algumas pessoas vão querer radicalizar e dar apenas coisas feitas em casa, coisas usadas ou doações. Mas geralmente isso pode se tornar excludente – ‘Eu estou justificado, você não.’</p>
<p>“Eu prefiro me manter em conversações com aqueles de quem difiro. E tentar me conter em ser julgador de outros. Ajuda ser menos duro consigo mesmo, e então estender essa graça aos outros.”</p>
<h3>Um natal encarnado</h3>
<p>Uma amiga minha se encontra nesta frente santa de discípulos. No outono passado, Jan me disse que queria passar o natal “diferente.”<br />
“Claro,” eu pensei cinicamente, “Não é o que todos queremos? Já passei por isso.”</p>
<p>Depois das festas, nem me importei em perguntar dela como tinha sido. Isso é vergonhoso. Mas quando a vi novamente, Jan estava radiante. Apesar de que sua casa não tinha tido nenhuma árvore de natal, nenhuma rena de plástico e nenhum pisca-pisca, Jan exclamou, “Foi meu melhor natal de todos os tempos!”</p>
<p>Jan perguntou de sua vizinhança, batendo de porta em porta, simplesmente dizendo: “Olá. Gostaria de saber se existe alguma coisa que eu possa fazer por você? É natal e quero doar de volta algo para a minha comunidade.”</p>
<p>Tipicamente, seus esforços encontraram olhares vazios e recusas educadas. Usando seu tom mais persuasivo, ela tentaria convencê-los a varrer folhas ou limpar as calhas. Não pude evitar de notar que seu serviço encarnado foi muito mais parecido com o primeiro natal do que qualquer das coisas que embalamos com papel vermelho-e-verde hoje.</p>
<p>Então, nesse natal, saiba que ao buscar uma celebração mais rica em significado, menor em impacto e maior em doar às pessoas menos privilegiadas, você honra Aquele a quem celebramos. Que Ele se deleite em nossos presentes santos de obediência.</p>
<div class="author"><a href="http://www.relevantmagazine.com/component/community/relevant/profile">Margot Starbuck</a></div>
<p>Artigo original em inglês extraído do site da <a href="http://www.relevantmagazine.com/god/deeper-walk/features/19414-merry-consumerism">Relevant Magazine.</a></p>
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		<item>
		<title>Zumbis No Shopping Center</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/zumbis-no-shopping-center/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consume]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
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		<category><![CDATA[vício]]></category>

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		<description><![CDATA[Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado AdBusters, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a>, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o que você tem.”</p>
<p>O <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> incentiva que pessoas em todo o mundo façam manifestações, protestos, boicotes e etc. Uma iniciativa bem conhecida é o Buy Nothing Day (Dia de Não Comprar Nada), que acontece exatamente na chamada Black Friday, nos EUA, que é a sexta após o dia de ação de graças, data que marca o início da temporada de compras de fim de ano. Nesse dia as lojas fazem super-descontos para atrair clientes de todos os cantos do país.</p>
<p>O Buy Nothing Day é acompanhado de algumas ações como pessoas com cartazes e tesouras em pé na frente de grandes centros de compra incentivando pessoas que querem se livrar do mau-uso de cartões-de-crédito a vir e deixar que seu cartão seja cortado; Festas nas ruas gratuitas, sem fim comercial; Zombie Walks, onde pessoas se vestem de zumbis e ficam andando por esses centros carregando sacolas de compras, ironizando essa prática da compra desenfreada; Protestos sentados, onde as pessoas ficam sentadas numa loja ou estabelecimento, até que sejam expulsos; Whirl-Mart, onde os manifestantes fazem uma longa fila com carrinhos de supermercado vazios e saem sem comprar nada; Wildcat General Strike, que é um compromisso de além de não comprar nada durante 24h, deixar celulares, televisores, carros e outros aparelhos desligados durante todo o dia; além de outros protestos.</p>
<p>Esse tipo de ação não busca atrair pessoas a passar um dia sem comprar nada e no dia seguinte “tirar o atraso”, mas adotar um estilo de vida menos consumista. É fato que nosso mundo está sendo cada vez mais deteriorado e uma grande parcela de culpa é do consumismo. O mundo precisa consumir menos. Todos nós.</p>
<p>É notável que estamos na época “mais consumista” do ano. Festas de fim de ano. Todos “precisam” comprar presentes de natal para todos os membros da família, para o amigo-oculto/secreto do trabalho, da faculdade, do condomínio, da academia, da família da namorada, da igreja e por aí vai. Todos precisamos de roupas novas para a festa de Natal (e se for pra mais de uma festa de natal, precisa de mais de uma roupa para cada uma) e festa de Ano Novo. Época em que muitos irão se endividar ou deixar de gastar com algo produtivo pra poder satisfazer esse compromisso social, afinal de contas, quem não faz isso?</p>
<p>O grupo <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> tem convocado pessoas a se manifestarem durante esse período. Pessoas tem feito a Zombie Walk e o corte de cartões-de-crédito. Outros tem andado com faixas escrito “O Que Jesus Compraria?” Pedras clamando?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://72.44.90.92/~abrigorc/wp-content/uploads/2009/12/buy_nothing_day_2009_wrap-up_s.jpg"><img class="size-full wp-image-488 aligncenter" title="buy_nothing_day_2009_wrap-up_s" src="http://72.44.90.92/~abrigorc/wp-content/uploads/2009/12/buy_nothing_day_2009_wrap-up_s.jpg" alt="buy_nothing_day_2009_wrap-up_s" width="468" height="252" /></a></p>
<p>A Palavra de Deus nos ensina o caminho da moderação e da eqüidade. Espero que possamos refletir e compreender como deveríamos agir no meio de tudo isso. Enquanto muitos se lambuzam nas riquezas e consumismo exagerado, o sem-teto, o órfão, a viúva, continuam precisando de nós.</p>
<p>Ps: quem acha que essa história do consumismo ser um problema é papo furado, deveria assistir A História Das Coisas. Tá <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=a+hist%C3%B3ria+das+coisas&amp;search_type=&amp;aq=f">aqui um link</a> pra você =]</p>
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