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	<title>Abrigo R15 &#187; Destaques</title>
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		<title>Abrigo R15 &#187; Destaques</title>
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		<title>A Eternidade começa aqui</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 05:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span> </span>No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma discussão calorosa que entrava pelas manhãs, tardes e noites.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Em uma dessas vezes, uma das “integrantes” comentou que tinha um certo medo da eternidade, porque&#8230;como ia ser isso? O que a gente ia ter pra fazer no céu? Aquilo envolveu algumas teorias sobre o corpo está preso a esta dimensão de tempo e espaço, sobre como teremos missões que envolveriam as outras galáxias etc&#8230; Contudo, a discussão tomou outro rumo, e acabamos interrompidos pela necessidade de um banho refrigerador no açude e pelo bom andamento do campeonato de ping-pong (risos). Mal percebemos que a eternidade tão temida começava a envolver nossos corações através da amizade que fomos estreitando e dos momentos únicos com Deus que íamos tendo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Acredito que com o passar dos dias, longe de nossas rotinas maçantes, cercados de natureza, convivendo 24horas do dia uns com os outros talvez não tivéssemos sequer escapatória: Deus já havia planejado tudo. E ali era a oportunidade perfeita para ele nos mostrar que o céu já começou. A alegria de cantar perto dos irmãos, saber que ali eu poderia chorar e ter um ombro amigo sentindo minha dor, as brincadeiras, os silêncios, as palavras que confrontaram, tudo ali foi invadindo e aperfeiçoando a todos nós, para chegarmos aqui e nos depararmos com uma frase tão linda, dita pelo nosso querido irmão Janssem:<span> </span>“<span><span>A maior diferença de vocês do Abrigo é  eu posso imaginar a eternidade com vocês!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que povo é esse que escolhe viver junto em uma sociedade onde todo mundo procura cada vez mais a solidão? Que povo é esse que se importa um com o outro em um mundo onde tudo é tão superficial? Que povo é esse que prefere passar uma manhã inteira chorando junto, experimentando as coisas mais profundas que Deus pode oferecer, enquanto a sociedade só pensa em novas atividades escravizantes e dinheiro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que nossa vida seja repleta de experiências diárias, que o amor seja sempre o diferencial que faz com que a eternidade deixe de ser assustadora e passe a ser ansiada. Que nosso Abrigo seja cada dia mais espaçoso e que as fraquezas e as dores tenham tanto espaço quanto as alegrias e os dons. Que nossa comunidade seja aquele povo que não tem como esconder o brilho no rosto, e a maturidade venha crescendo dentro de nós como família. Seja em conversas e especulações sobre o divino, seja nas brincadeiras e sorrisos, seja nos silêncios e meditações profundas, ou no abraço forte, no carregar das dores, no compartilhar das alegrias, seja em acampamentos, seja cercados por atividades diárias, seja na faculdade, trabalho, barzinho, internet ou domingo a noite&#8230; que a eternidade já não caiba dentro do nosso peito e nos faça cada vez mais&#8230;um.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> martasilva</span></p>
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		<title>NATAL &#8211; Encarnação Vivencial</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.
Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.</p>
<p>Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, O Incontido, decidir viver nessa terra e ser encerrado em um corpo humano, estigmatizado a morrer desde que nasceu, e a ser confinado em um mundo hermeticamente fechado por paredes de sombras e medos, e a respirar o ar viciado que o pecado impregnou em nosso poluído mundo de homens perdidos.</p>
<p>Jesus foi engendrado no útero de Maria, milagre do Espírito Santo, macrogameta feminino sem microgameta masculino, feto formado, massa uniforme, o incontido preso na matéria deteriorada, um ser tremulante no vácuo, flutuando na escuridão do líquido amniótico dentro de Maria, anexado à placenta e dependendo exclusivamente dela, e impulsionado em direção à luz terrena após completar os noves meses de gestação, Maria sentindo dores, as contrações cada vez mais próximas, até que a bolsa rompeu e Jesus foi expelido em direção ao mundo, sendo tomado pelas mãos calejadas de José, que envolveu a criança encharcada de sangue e plasma, em panos de linho rústico.</p>
<p>Desliga a placenta, corta o cordão umbilical, depois dá uma palmada nas nádegas de Deus-menino para liberar o pulmão recolhido, o garoto executando um choro esganiçado que quebrou o silêncio da madrugada fria nas imediações da Belém adormecida.</p>
<p>Jesus cresceu. Aprendeu a balbuciar as primeiras palavras, caiu muito até dar seu primeiro passinho firme. Teve sarampo, papeira, resfriado, e dor de barriga. Sentiu fome, frio e cansaço, tristeza e saudades intensas.</p>
<p>Ouvia os ensinamentos dos pais, ia à sinagoga, aprendeu a decorar a Torah, e galgou todos os níveis do ensino rabínico com desenvoltura admirável. Sua prova final foi diante dos doutores da lei, aos doze anos de idade, no templo de Jerusalém, deixando os sábios fariseus embasbacados diante de tanta sabedoria.</p>
<p>Paulo define a encarnação do Verbo como o termo esvaziar: &#8230;A Si mesmo se esvaziou&#8230; e isso é como um balão inflado que vai murchando até ficar vazio.</p>
<p>Natal é a mais pura compreensão da encarnação de Deus. É Deus invadindo a história, entrando no portal do tempo e do espaço, levando chicotadas que deixou tiras de pele dependuradas de suas costas, carregando o peso da haste horizontal de uma cruz cheias de farpas agudas, e a dor indizível quando o pregaram na  haste vertical  e o penduraram entre o céu e a terra, até o derradeiro momento quando emitiu um brado gutural e  gorgolejante, entregando o espírito.</p>
<p>O autor aos hebreus declara que depois que efetuou o sacrifício eterno por nossos pecados, veio a tornar-se Sumo sacerdote que é capaz de se condoer de nossas fraquezas. A missão para Sua igreja é similar, consolai uns aos outros, sejam compassivos, e cheios de solidariedade com a fraqueza e desgraça dos outros.</p>
<p>Isso é Natal. É a encarnação do Verbo de Deus gerando em nós o desafio da encarnação dos atos e dos gestos, do amor vivencial, mostrando a mesma compaixão, a solidariedade e serviço sacrificial que Jesus teve, agora, em pleno século XXI, sendo meros instrumentos que estendam as mãos aos rejeitados pela sociedade, aos aprisionados pelas garras da impiedade, criando oportunidades que diminuirão a dor e a fome dos que não terão nada no Natal, nem comida farta, nem presentes interessantes, nem dignidade, nem vergonha própria e que não restará mais nada, a não ser regar a mesa do Natal com o choro retido de quem não teve nenhuma chance na vida e nenhuma conquista na corrida por um lugar ao sol nesse triste e egoísta mundo dos homens de concorrência desleal e discriminatória.</p>
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		<title>Adore</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 14:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje estava lendo o livro Simplesmente Cristão, de N.T. Wright, mais especificamente o capítulo 11, onde o tema é Adoração. Não me considero nenhum expert no assunto, nunca palestrei a respeito (e nem pretendo), mas como sou músico e sou muito ligado à música, é um tema que de alguma maneira me interessa. Não quero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava lendo o livro <a href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&amp;util=1&amp;registro=478"><em>Simplesmente Cristão</em></a>, de N.T. Wright, mais especificamente o capítulo 11, onde o tema é Adoração. Não me considero nenhum expert no assunto, nunca palestrei a respeito (e nem pretendo), mas como sou músico e sou muito ligado à música, é um tema que de alguma maneira me interessa. Não quero soar como aquelas palestras manjadas sobre louvor e adoração que já cansamos de ouvir, mas algumas coisas saltaram aos meus olhos enquanto lia.</p>
<p>Pensando sobre o tema, lembrei de uma conversa que tive em um chá de panela durante o período que estive em Belo Horizonte com minha esposa. Estávamos papeando eu, Fred (pastor da <a href="http://twitter.com/cavernadeadulao">Caverna de Adulão</a>) e outra moça que não me recordo o nome. A tal moça perguntou do Fred se a adoração comunitária era algo que necessariamente precisava fazer parte da liturgia de um culto, se nosso primeiro modelo: a igreja primitiva, utilizava esse formato que usamos até hoje. Ele respondeu que sim, que os cultos nas casas tinham um momento onde entoavam-se louvores em grupo e que ele considera importante essa parte de um culto. Achei interessante.<br />
N.T. Wright faz algumas colocações que considero dignas de citação:</p>
<p>&#8220;<em>Você se torna parecido com aquilo que adora. Quando você olha fixamente, maravilhado e admirado de algo ou alguém, começa a adquirir as características do objeto de sua adoração.&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Como você foi feito à imagem de Deus, a adoração o torna mais verdadeiramente humano. Quando você olha fixamente, com amor e gratidão, para o Deus que o fez à sua imagem, você se torna de fato maior e descobre o significado de uma vida plena.&#8221;<br />
</em></p>
<p>É legal pensar nesse poder da adoração. Se pensarmos em pessoas que adoram outras, percebemos claramente esse potencial de absorção das características do indivíduo adorado.<em> </em>Precisamos entender o poder da adoração e aprender a nos relacionar com ela. Se você não consegue adorar, como passará a eternidade adorando a Deus? N.T. Wright considera a adoração uma das maneiras de refletir a imagem do nosso Deus. Ela serve como um &#8220;carregamento de bateria&#8221;.</p>
<p>Minha intenção aqui também não é falar mais uma vez de como as músicas que trazem o rótulo &#8220;louvor&#8221; no Brasil estão tão superficiais, repetitivas, sem criatividade e beleza. Apesar disso ser um fato. Confesso que em nossa comunidade, ralamos muito pra achar músicas interessantes pra inserir no repertório. É um trabalho árduo. Mas gostaria de compartilhar o quanto fico feliz ao ver uma &#8220;nova leva&#8221; de gente simples, despretensiosa e de muita criatividade, que vêm sem muito estardalhaço, nos dando o privilégio de ouvir músicas sinceras e cheias de significado.</p>
<p>Lembro a primeira vez que ouvi o EP (disponibilizado de graça para <a href="http://eduardomano.net/ep-download/">download</a>) do meu brother <a href="http://eduardomano.net/">Eduardo Mano</a>. Como aquelas músicas reverberaram dentro de mim! Me senti honrado de poder &#8220;me intrometer&#8221; naquilo que claramente são momentos íntimos do compositor com Deus. Eu poderia ficar aqui rasgando seda, mas não é a intenção. Assim como o Eduardo Mano, tem muita gente nesse Brasil todo, com muito talento e disposição fazendo música independente, despretensiosamente, buscando somar no Reino. O site <a href="http://solomon1.com/a/">Solomon</a> busca sempre deixar o povo antenado, com links e notícias sobre essas novidades.</p>
<p>Que fique claro que não penso que adoração seja simplesmente música. Música é uma das maneiras de expressá-la. Acredito em adoração nos mais diversos ramos da arte. Talvez esteja na hora de nós designers, artistas plásticos, cineastas e etc. expressar nossa devoção ao Criador da beleza (aquele que nos inspira a criar) em nossas obras. E junto com todo tipo de arte. Não precisa estar num segmento próprio.</p>
<p>Finalmente, gostaria de lhe incentivar, você que compõe, gaste tempo em adoração com Deus, adoração pessoal. Transforme isso em música. E não espere virar o novo popstar da cena <em>gospel</em> (tenho aversão a esse nome), mas espere simplesmente ser usado por Deus. Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são (1Co 1:28). A nossa tendência é ficar sentado criticando, então vamos fazer algo melhor. Vamos agir.<br />
<span style="color: #333333;"><em>(Texto embalado ao som de Palavrantiga)</em></span></p>
<p style="text-align: right;">Markeetoo</p>
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		<title>O Escândalo da Graça e Dom Quixote</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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Philip Yancey fez a famosa pergunta, “O que há de tão maravilhoso em relação à graça?” As palavras do famoso hino ecoavam bem alto de domingo a domingo nas igrejas ao redor do globo, mas será que podemos mesmo sondar o mistério, a maravilha, ou até o escândalo da graça?
A graça é um paradoxo, como [...]]]></description>
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<p><!--[endif]--><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Philip Yancey fez a famosa pergunta, “O que há de tão maravilhoso em relação à graça?” As palavras do famoso hino ecoavam bem alto de domingo a domingo nas igrejas ao redor do globo, mas será que podemos mesmo sondar o mistério, a maravilha, ou até o escândalo da graça?</span></p>
<p>A graça é um paradoxo, como “camarão grande” ou “imposto de caridade” ou “para ganhar sua vida, você precisa perdê-la.” Todos necessitamos da graça, mas poucos de nós a compreende. As pessoas que mais requerem a graça são as pessoas que menos merecem. Apesar de achar que todos os pecados são repulsivos aos olhos de Deus, não é justo com o cristão correto que tem tido pouca dificuldade com os “grandes” pecados em sua vida que receba a mesma graça que uma prostituta na rua ou o assassino na cadeia. Ainda assim, a mesma graça é oferecida a ambos.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Um escândalo, se você perguntar minha opinião. Jesus incorpora o escândalo. Seu amor pelos cobradores de impostos e outros pecadores notáveis equivalentes à Enron de seu tempo. Suas parábolas, incluindo a história dos trabalhadores e a vinha (Mt 20:1-16), lembram o Watergate do Messias. A morte de Jesus na cruz pelo pecador e o santo como iguais compôs uma história boa o suficiente para aparecer nas capas dos tablóides.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Eu não alego que entendo a graça. Eu não tenho certeza se nós conseguiríamos compreender o real conceito da graça. Pode ser divino demais pra que nossas mentes finitas consigam abraçar. Mas um retrato da graça alterou pra sempre minha percepção da graça e do Deus que a estenda pra mim. E o retrato é Dom Quixote.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Miguel de Cervantes, um famoso escritor espanhol e contemporâneo de William Shakespeare, escreveu seu famoso conto de Dom Quixote no começo dos anos 1600. Em 1970, a história foi adaptada para os palcos em <em>The Man Of<span> </span>La Mancha</em>. Um dos escritores do musical comentou sobre a produção, “A audiência não está assistindo uma peça, eles estão tendo uma experiência religiosa.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">O início da história encontra Cervantes e seu fiel parceiro Sancho jogados em uma prisão esperando o julgamento. Os prisioneiros companheiros pedem que Cervantes conte uma história, e ele decide recontar seu conto em forma de charada. Enquanto ele arma o palco, Cervantes se transforma, na nossa frente, no cavaleiro – Dom Quixote.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Dom Quixote e Sancho se envolvem numa jornada que eventualmente chega em um castelo onde Dom Quixote espera encontrar abrigo para cuidar de feridas de batalha. O castelo na verdade é uma hospedaria para Sancho e para a audiência, mas aos olhos de Dom Quixote, ele está adentrando um lugar de realeza.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">É lá que o “cavaleiro” encontra Aldonza. Ela é uma das poucas mulheres na hospedaria, e ela possui apenas uma coisa que todos os homens durões ao seu redor querem: seu corpo. Todos sabem que é imperativo a um cavaleiro que ele possua uma donzela. Dom Quixote diz, “Um cavaleiro sem uma donzela é como um corpo sem alma.” A quem ele dedicaria as suas conquistas? A quem ele devotaria suas vitórias? Que “visão” o sustentaria ao entrar na batalha contra ogros e gigantes?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Em Aldonza, Dom Quixote descobriu sua visão. Ele decide chamá-la por um novo nome: Dulcinéia. Ele põe esse novo título sobre ela significando “aquela que é doce”, apesar de sua reputação e sua ocupação como prostituta. Dom Quixote, com o passar do tempo, chama por sua Dulcinéia. Ele se refere a ela como “a mais soberana e superior donzela.” Aldonza responde, “Ninguém toca meu coração.” Mas o desejo de Dom Quixote por Dulcinéia aumenta. Ele diz, “A moça Dulcinéia; sua beleza é mais que humana. Sua qualidade? Perfeição. Ela é o significado da palavra mulher. E todo o significado de uma mulher para um homem.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Aldonza responde a ele, “Apenas uma vez, você pode olhar pra mim como eu realmente sou?” Dom Quixote responde: “Eu vejo beleza e pureza.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Ao desdobrar da história, Dom Quixote está deitado em seu leito de morte, convencido por sua família que ele não é Dom Quixote, mas Alonso Quijana; louco, vestido e sonhando como sendo Dom Quixote. Quando a morte se aproxima, Alonso Quijana chama um padre, pois quer ditar seu testamento. O caos toma o quarto, e a comoção é causada por ninguém mais do que Aldonza. A donzela voltou para seu cavaleiro.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">“Não se lembra de mim?” são suas palavras. “Sou sua Dulcinéia. E você é o grande Dom Quixote” os olhos cansados de Alonso Quijana se iluminam ao lembrar de suas aventuras e de sua Dulcinéia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Então, o que podemos aprender com <em>The Man of La Mancha</em>?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Nós fazemos o papel de Aldonza nessa peça. Somos sujos, impuros e indignos. Não temos linhagem nem futuro. Não somos considerados. Não somos adequados para ser chamados de donzelas de um cavaleiro. Mas a graça de Deus nos oferece, apesar de sermos quem somos, um novo nome. Ele não nos vê como Aldonza, mas Ele escolhe nos chamar de Dulcinéia, a sua doce donzela.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Não faz sentido que Deus escolha uma Aldonza como eu pra ser sua Dulcinéia. Mas a graça de Deus na maioria das vezes não faz muito sentido. Ele a oferece para a prostituta mais baixa e para o mais elevado pregador. Ele estende esse novo nome ao que aborta e ao que adultera, ao contador e ao artista.</span></p>
<p>Phillip Yancey disse, “A graça não custa nada aos que a recebem, mas tudo ao que a dá.” Eu recebo o novo nome de Dulcinéia pela graça de Deus através de Jesus Cristo. E custou tudo a Ele, poder me dar esse novo nome. E esse é o escândalo da graça. É um mistério, mas um “mistério doce”.</p>
<p>Brandon Smith (post original <a href="http://www.relevantmagazine.com/features-reviews/god/642">aqui</a>)</p>
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		<title>Abrigo R15 agora com Twitter!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 21:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonny</dc:creator>
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		<title>Projeto de Inclusão Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 14:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonny</dc:creator>
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		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão Social]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto de inclusão digital tem o objetivo de incluir de forma digital os moradores do bairro petrópolis, cachoeirinha e bairros vizinhos, através de cursos de informática básica, internet e ferramentas de software livre. O projeto pretende criar uma comunidade digital, onde os moradores possam interagir entre si, conhecer, aprender e serem capacitados através de cursos profissionalizantes que os preparem inicialmente para o mercado de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de inclusão digital tem o objetivo de incluir de forma digital os moradores do bairro petrópolis, cachoeirinha e bairros vizinhos, através de cursos de informática básica, internet e ferramentas de software livre. O projeto pretende criar uma comunidade digital, onde os moradores possam interagir entre si, conhecer, aprender e serem capacitados através de cursos profissionalizantes que os preparem inicialmente para o mercado de trabalho. A partir deste primeiro passo, os próprios alunos poderão participar de oficinas e cursos de vários temas, como dança, pintura, serigrafia e outros, contribuindo para uma inclusão digital e social. E a grande meta é criar um telecentro (ambiente de acesso a internet) para interação, integração e para servir como ferramenta de oportunidade.</p>
<p>Inicialmente o projeto pretende ter inicialmente uma sala com 20 computadores para aulas semanais de informática básica com softwares livres, para baratear custos. A forma de conseguir esses computadores se dará através de doações ou compras de computadores novos através de patrocínio de empresas ou voluntários. A sala pode ser alugada em um lugar próximo a sede do Abrigo R15, de fácil acesso, para que todos possam participar.</p>
<p>O projeto está com essa idéia inicial, mas aceitamos sugestões de melhorias e idéias para enriquecê-lo. Aceitamos também voluntários que gostem de informática e queiram dar cursos ou ajudar na parte operacional e administrativa do projeto.</p>
<p>Aceitamos doações de computadores antigos. Se você tem um computador antigo sem uso, mas que funcione, entre contato com o Sonny no Abrigo, no telefone 8122-5889 ou por e-mail <a href="mailto:sonnywebmaster@gmail.com" target="_blank">sonnywebmaster@gmail.com</a>. Sobre a sala e a internet, quem puder ajudar financeiramente o projeto ou conseguir falar com alguem que possa, também entre em contato.</p>
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