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	<title>Abrigo R15 &#187; aiden enns</title>
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		<title>Feliz Consumismo!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.
Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.</strong></p>
<p>Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do nascimento de nosso Salvador.</p>
<p>Bem&#8230; talvez não. Quando dezembro se desenrola, a maioria de nós se encontra espremidos entre nossas convicções sobre mordomia responsável e a cacofonia das mensagens nos atraindo para o consumo indulgente.</p>
<p>Então, quando a conta do cartão de crédito chega em janeiro, nós lamentamos que – como se fosse contra nossa vontade – mais uma vez fomos tragados pela máquina marqueteira das festas de fim de ano e cuspidos pra fora como pedaços de isopor.</p>
<p>E nós nem somos pagãos festivos. Somos cristãos.</p>
<p>Somos pessoas de fé que ouviram o chamado de Deus para dominar a Terra e ser mordomos dos recursos. Mas, com a melhor das intenções, talvez, nós esperamos sinceramente que reviver o antigo drama com nossos presépios de plástico fabricados pela Fisher-Price ou cantar “Parabéns pra você” pra Jesus vá nos sustentar.</p>
<p>Mas quando somos completamente honestos, duvidamos que seja possível. Nós realmente queremos viver diferente esse ano.</p>
<p>A boa notícia é que, diferente de tantos consumidores que estão se esmagando em shoppings lotados e comprando com o click de um mouse nessas férias, os cristãos se engajam na guerra santa contra o consumismo indulgente com recursos mais sustentáveis que força-de-vontade, preocupação chata com o aumento das dívidas ou até a legítima aversão humana a estacionamentos de shoppings. Diante da obsessão por coisas da nossa cultura, os cristãos estão verdadeiramente navegando em um novo caminho.</p>
<h3><strong>Um empurrão poderoso</strong></h3>
<p>Pesquisas estimam que os americanos assistem mais de 200 comerciais por dia. Nossas compras online, perfis de Facebook e até os textos pessoais em nossos emails agora permitem que propagandas balancem iscas especificamente para nosso perfil demográfico. Marqueteiros pagam milhões nisso – obviamente – porque funciona. Como peixes sem cérebro, nós mordemos a isca.</p>
<p>Mas em dezembro, a pressão para consumir se torna mais pessoal ainda. Quando o Natal se aproxima, somos infectados por vozes dentro de nós &#8211; e às vezes da família. Como decidimos diminuir o consumismo dando menos presentes, podemos ouvir uma voz de desaprovação interna. “Não importa se as necessidades e desejos dela foram preenchidos. Você sabe que ela vai lhe dar um presente caro,” a voz acusa. “Você não ousaria não ser recíproco.” Será que por algum acaso você conseguiria resistir a essas mensagens espertas? Você pode até ouvir, “A essência do cristianismo é dar, não é?” Prontamente essa distorcida lógica demoníaca, fundamentada em nenhuma raiz teológica, tem você sacando o cartão–de-crédito da carteira para comprar uma gravata horrível de bijuteria ou uma bonequinha bobblehead da Madre Teresa. Feliz Aniversário, Jesus.</p>
<h3>Podemos fazer melhor.</h3>
<p>Kalle Lasn é o fundador da revista Adbusters. Lasn reconhece a influência crescente da comunidade cristã no que diz respeito à responsabilidade social. Ele observa: “Estou notando que nos últimos 10 anos algo tem sido aberto nas comunidades da fé. Eles estão agora, mais do que nunca em minha memória, se envolvendo em serem mordomos do ambiente físico. Finalmente estão assumindo a responsabilidade.”</p>
<p>Um líder nesse movimento de reivindicar o natal é Aiden Enns. Em 2001, Enns, e mais seis amigos cristãos, lançaram a campanha “Buy Nothing Christmas” (Natal de Não Comprar Nada). O grupo comprou uma propaganda de 1 página inteira em um jornal de uma igreja no Canadá e criou um website, BuyNothingChristmas.org. A campanha traz um convite triplo exortando os cristãos a abraçarem uma temporada que é “rica em significado, menor em impacto na terra, e maior em dar às pessoas menos privilegiadas.”</p>
<p>“Algumas tradições tem sido distorcidas e podem fazer mais mal do que bem – como, por exemplo, comprar demais no natal. Em uma sociedade afluente, materialista, não faz sentido algum encher nossos amados de presentes como um sinal de amor em nome do Príncipe da Paz, Jesus Cristo.</p>
<p>“Natal é tempo de espaços abertos para generosidade como expressão de nossa gratidão e amor&#8230; para celebrar união apesar das diferenças.</p>
<p>Podemos continuar fazendo isso, mesmo que mudemos algumas de nossas tradições.”</p>
<h3>Vivendo diferente</h3>
<p>O escritor e ativista Shane Claiborne compartilha da paixão de Enn em estabelecer novas tradições. “Minha mãe e eu costuramos roupas todo natal,” diz Claiborne. “Me tornei um belo alfaiate com ela. É divertido. É doar vida. De onde vem isso é uma tentativa de criar um terceiro caminho que não é nem cultura nem contra-cultura, sempre reagindo.”</p>
<p>Como Enns, Claiborne encoraja os cristãos a serem mais criativos do que já fomos até agora. Ele explica: “Vamos bolar novas maneiras onde realmente honramos Jesus celebrando seu nascimento. Vamos bolar maneiras em que criamos rituais e tradições em nossas famílias. Vejo pessoas fazendo presentes juntos no natal, gente fazendo coisas como o Projeto Heifer ou outras maneiras em que dão presentes para oferecer dignidade e honra a pessoas que não tem o suficiente.”</p>
<p>Enns oferece alguns conselhos sábios àqueles considerando estabelecer novas maneiras de celebrar o nascimento de Jesus esse ano – particularmente encorajando a moderação. “Comece pequeno e explique o que você está fazendo. Com certeza algumas pessoas vão querer radicalizar e dar apenas coisas feitas em casa, coisas usadas ou doações. Mas geralmente isso pode se tornar excludente – ‘Eu estou justificado, você não.’</p>
<p>“Eu prefiro me manter em conversações com aqueles de quem difiro. E tentar me conter em ser julgador de outros. Ajuda ser menos duro consigo mesmo, e então estender essa graça aos outros.”</p>
<h3>Um natal encarnado</h3>
<p>Uma amiga minha se encontra nesta frente santa de discípulos. No outono passado, Jan me disse que queria passar o natal “diferente.”<br />
“Claro,” eu pensei cinicamente, “Não é o que todos queremos? Já passei por isso.”</p>
<p>Depois das festas, nem me importei em perguntar dela como tinha sido. Isso é vergonhoso. Mas quando a vi novamente, Jan estava radiante. Apesar de que sua casa não tinha tido nenhuma árvore de natal, nenhuma rena de plástico e nenhum pisca-pisca, Jan exclamou, “Foi meu melhor natal de todos os tempos!”</p>
<p>Jan perguntou de sua vizinhança, batendo de porta em porta, simplesmente dizendo: “Olá. Gostaria de saber se existe alguma coisa que eu possa fazer por você? É natal e quero doar de volta algo para a minha comunidade.”</p>
<p>Tipicamente, seus esforços encontraram olhares vazios e recusas educadas. Usando seu tom mais persuasivo, ela tentaria convencê-los a varrer folhas ou limpar as calhas. Não pude evitar de notar que seu serviço encarnado foi muito mais parecido com o primeiro natal do que qualquer das coisas que embalamos com papel vermelho-e-verde hoje.</p>
<p>Então, nesse natal, saiba que ao buscar uma celebração mais rica em significado, menor em impacto e maior em doar às pessoas menos privilegiadas, você honra Aquele a quem celebramos. Que Ele se deleite em nossos presentes santos de obediência.</p>
<div class="author"><a href="http://www.relevantmagazine.com/component/community/relevant/profile">Margot Starbuck</a></div>
<p>Artigo original em inglês extraído do site da <a href="http://www.relevantmagazine.com/god/deeper-walk/features/19414-merry-consumerism">Relevant Magazine.</a></p>
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