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	<title>Abrigo R15 &#187; graça</title>
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		<title>Fé em Deus e pé na tábua</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao término de “Fé em Deus e pé na tábua”, Donald Miller, não tem outra, dá vontade de comprar uma Kombi, dá vontade de pegar a estrada, dá vontade de rever conceitos. A aventura de Don é contada de modo simples, nos faz ver a vida na pele de um recentemente jovem que na companhia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao término de “Fé em Deus e pé na tábua”, Donald Miller, não tem outra, dá vontade de comprar uma Kombi, dá vontade de pegar a estrada, dá vontade de rever conceitos. A aventura de Don é contada de modo simples, nos faz ver a vida na pele de um recentemente jovem que na companhia de um amigo (Paul) resolvem pegar a estrada.</p>
<p>Em certo momento eles se perguntam se estão ou não em uma peregrinação espiritual, será que todos aquelas milhas rodadas estão de fato servindo unicamente para eles terem um encontro consigo mesmo e com o Deus da criação? Don chega à conclusão de que a peregrinação na verdade, se dá todos os dias da nossa vida.Simples assim.</p>
<p>Caminhamos juntamente com os dois rapazes para dentro de cânions, lanchonetes de beira de estrada, paisagens inusitadas, conhecendo rostos novos e revendo antigos. O impressionante é perceber a particularidade de cada um deles, e como Deus os conhece tanto, que trata de conversar com eles conforme as suas características, nos muitos “perrengues” que enfrentam com uma Kombi caindo aos pedaços Paul percebe o cuidado e o amor de Deus não os deixa na mão nem um segundinho sequer. Na natureza desnuda, ora brilhante, ora mergulhada em escuridão da noite, cercado de pedras no cânion, no meio da floresta, assistindo estrelas, Don tem um encontro especial com Deus sobre o “como” e o “porquê” das coisas. A grande necessidade de ter mais e mais, do: “fique rico, pergunte-me como”, do: você precisa disso, Agora. Se contrapondo com: “a tua graça me basta”.</p>
<p>No final das contas acredito que os dois rapazes tiveram experiências semelhantes, depender de Deus não é tarefa fácil num mundo que para onde olhamos ouvimos que precisamos de aparelhos eletrônicos cada vez mais sofisticados para viver, precisamos de roupas novas pra conseguir dar novos passos, precisamos de pessoas bonitas, de dinheiro, de status, e tudo isso grita tão alto que deixamos os sussurros de Deus, tão carinhosos e cuidadosos, passarem despercebidos.</p>
<p>Não estou dizendo: compre uma Kombi e seja feliz. Muito menos: para ter experiências com Deus, venda tudo e pegue a estrada. Acredito que Deus tem falado todo dia, quem tem escolhido não ouvir&#8230; somos nós. Chega de verbos no imperativo sobre como você deve agir para ser feliz, aprenda no hoje a se perguntar o porquê dessas decisões e afirmativas, e viva uma aventura todo dia!</p>
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		<title>E Se O Que Jesus Falou Foi Pra Valer?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Já falamos do Shane Claiborne algumas vezes aqui no site do Abrigo R15 e quem já ouviu falar dele sabe o quanto seus conceitos &#8220;radicais&#8221; pode causar certo incômodo em algumas pessoas.Ele faz parte de uma comunidade/ministério chamado The Simple Way (O Caminho Simples). O site Esquire pediu a ele que deixasse uma mensagem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já falamos do Shane Claiborne algumas vezes aqui no site do Abrigo R15 e quem já ouviu falar dele sabe o quanto seus conceitos &#8220;radicais&#8221; pode causar certo incômodo em algumas pessoas.Ele faz parte de uma comunidade/ministério chamado The Simple Way (O Caminho Simples). O site <a href="http://www.esquire.com/features/best-and-brightest-2009/shane-claiborne-1209">Esquire</a> pediu a ele que deixasse uma mensagem para os &#8220;não-crentes&#8221;:</em></p>
<p><strong>A todos os meus amigos não-crentes, meio-crentes e ex-crentes: Acho que devo começar com uma confissão. Sinto muito o fato de que tantas vezes o maior obstáculo até Deus tem sido os cristãos. Cristãos que temos tido muito o que falar com nossas bocas e tão pouco pra mostrar com nossas vidas. Sinto muito que tão freqüentemente temos esquecido o Cristo do nosso cristianismo.</strong></p>
<p><strong>Perdoe-nos. Perdoe-nos das coisas vergonhosas que temos feito em nome de Deus.</strong></p>
<p><strong>Outra noite estava indo para o centro da Philadelphia passear com alguns amigos de fora da cidade. Andamos até o Penn’s Landing ao longo do rio, onde existem artistas de rua e músicos. Passamos por um grande mágico que fez alguns truques bem legais como derramar moedas do seu iPhone, e também tinha ali um pregador. Ele não era tão cativante quanto o mágico. Ele estava de pé em uma caixa, gritando em um microfone, e atrás dele tinha um caixão com um defunto falso. Ele falava de como todos vamos morrer e ir pro inferno se não conhecermos Jesus.</strong></p>
<p><strong>Alguns zombaram. Alguns mandaram ele calar a boca. Um casal de adolescentes tentou roubar o defunto do caixão. Tudo que eu podia fazer era pensar comigo mesmo, “Quero pular em uma caixa do lado dele e gritar a plenos pulmões, “Deus não é um monstro.” Talvez da próxima vez eu faça isso.</strong></p>
<p><strong>Quanto mais eu tenho lido a Bíblia e estudado a vida de Jesus, mais tenho sido convencido que o cristianismo se espalha melhor não através da força, mas do fascínio. Mas no decorrer das últimas décadas nosso cristianismo, pelo menos aqui nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez menos fascinante. Temos dado aos ateus cada vez menos para desacreditar. E o tipo de cristianismo que muitos de nós tem visto na TV e ouvido no rádio parece cada vez menos com Jesus.</strong></p>
<p><strong>Certa vez Gandhi foi questionado se ele era um cristão, e ele disse, basicamente, “Com certeza eu amo a Jesus, mas os cristãos parecem tão diferentes de seu Cristo.” Um estudo recente mostrou que as três maiores percepções sobre os cristãos nos EUA entre jovens não-cristãos são 1) anti-gays, 2) julgadores, e 3) hipócritas. Então o que temos aqui é uma crise de imagem, e muito dessa reputação é bem merecida. Isso é feio. E é o motivo porque eu comecei dizendo que sentia muito.</strong></p>
<p><strong>Agora a boa notícia:<br />
Eu quero convidá-lo a considerar que talvez os televangelistas e pregadores de rua estejam errados – e que Deus realmente é amor. Talvez os frutos do Espírito realmente sejam bonitos, como a paz, paciência, bondade, alegria, amor, e não as coisas feias que tem vindo caracterizar a religião, ou política, nesse caso. (Se tem algo que aprendi com os liberais e conservadores, é que você pode ter ótimas respostas e ainda assim ser mal&#8230; e que ser gentil é tão importante quanto estar certo.)</strong></p>
<p><strong>A Bíblia que eu leio diz que Deus não enviou Jesus para condenar o mundo, mas para salvá-lo&#8230; Foi porque “Deus amou o mundo de tal maneira.” Esse é o Deus que eu conheço, e espero que outros conheçam. Não escolhi devotar minha vida a Jesus porque estava com medo da morte e do inferno ou porque eu queria coroas no céu&#8230; mas porque ele é bom. Para aqueles entre vocês que estão numa jornada espiritual sincera, espero que vocês não rejeitem a Cristo por causa dos cristãos. Nós sempre fomos um grupo bagunçado, e de alguma forma Deus tem sobrevivido às coisas vergonhosas que temos feito no nome dele. No centro do nosso “Evangelho” está a mensagem que Jesus veio “não para o saudável&#8230; mas para o doente.” E se você escolher Jesus, que não seja simplesmente por medo do inferno ou esperança de mansões no céu.</strong></p>
<p><strong>Não me entenda errado, eu acredito na vida após a morte, mas geralmente tudo que a igreja tem feito é prometer ao mundo que existe vida após a morte e usa isso como um ticket para ignorar o inferno ao nosso redor. Estou convencido de que o Evangelho Cristão tem tanto a ver com essa vida quanto com a próxima, e que a mensagem do Evangelho não é apenas sobre subir quando morrermos mas sobre trazer o Reino de Deus pra cá. Foi Jesus quem nos ensinou a orar que a vontade de Deus seja feita “assim na terra como nos céus.” Na terra.</strong></p>
<p><strong>Uma das histórias mais escandalosas de Jesus é a história do bom samaritano. Por mais sentimental que nós tenhamos deixado, a história original fala de um homem que é espancado em deixado no lado da estrada. Um sacerdote passa por ele. Um levita, o cara mais religioso, passa pelo outro lado da estrada (talvez atrasado para uma reunião na igreja). Então vem o samaritano&#8230; você pode até imaginar uma risadinha de deboche entre a platéia de judeus. Judeus não falavam com samaritanos, ou mesmo andavam pela Samaria. Mas o samaritano para e toma conta do cara na sarjeta e é levantado como o herói da história. Tenho certeza que alguns dos ouvintes ficaram perturbados. De acordo com a elite religiosa, os samaritanos não guardavam as regras corretas, e não tinham a sã doutrina&#8230; mas Jesus mostra que a fé verdadeira deve funcionar de uma forma em que é Boa Nova ao mais machucado e quebrado deitado na sarjeta.</strong></p>
<p><strong>É tão simples, mas o devoto esquece essa lição constantemente. Deus deve de fato ser evidente em um sacerdote, mas é tão provável quanto Deus estar agindo através de um samaritano ou uma prostituta. De fato, as Escrituras são cheias de Deus usando pessoas como uma prostituta chamada Raabe, um rei adúltero chamado Davi&#8230; em certo ponto Deus até fala com um cara chamado Balaão através de uma mula. Alguns dizem que Deus falou com Balaão através de sua mula e que ele tem falado através de mulas até hoje. Então se Deus escolhe usar-nos, devemos ficar gratos mas não ficar cheios de si. E quando encontrarmos alguém e pensarmos que Deus nunca usaria essa pessoa, devemos pensar novamente.</strong></p>
<p><strong>Afinal, Jesus diz à elite religiosa que olhava com desprezo para todos: “Os coletores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino antes de vocês.” E nós ainda ficamos pensando porque o mataram?</strong></p>
<p><strong>Tenho um amigo no Reino Unido que fala da “teologia suja” – que temos um Deus que sempre usa a sujeira pra levar vida e cura e redenção, um Deus que aparece das maneiras mais improváveis e escandalosas. Afinal, toda a história começa com Deus juntando um pouco de pó e soprando vida. Em certo momento, Jesus pega um pouco de barro, cospe nele e esfrega nos olhos de um cego para curá-lo. (Os sacerdotes e produtores de óleo ungido não ficaram muito felizes nesse dia.)</strong></p>
<p><strong>De fato, toda a história de Jesus é sobre um Deus que não quis apenas ficar “lá” mas que se muda para a vizinhança, uma vizinhança de quem falavam, “Nada de bom sai dali.” É esse Jesus que foi acusado de ser um glutão e um bêbado e um demagogo por andar com os rejeitados pela sociedade, e que morreu na cruz imperial que Roma reservava aos bandidos e messias falidos. É por isso que a cruz foi um triunfo sobre tudo de feio que fazemos a nós mesmos e aos outros. É a promessa final de que o amor vence.</strong></p>
<p><strong>Foi esse Jesus que nasceu numa manjedoura fedida no meio de um genocídio. Esse é o Deus que é tão provável que encontremos nas ruas quanto em um santuário, que pode redimir revolucionários e coletores de impostos, os oprimidos e os opressores&#8230; um Deus que está salvando alguns de nós dos guetos da pobreza, e alguns de nós dos guetos da riqueza.</strong></p>
<p><strong>Concluindo, para aqueles que fecharam as portas para a religião – Eu fui recentemente questionado por um amigo não-cristão se eu achava que ele ia pro inferno. Eu disse, “Espero que não. Vai ser difícil curtir o céu sem você.” Se nós que acreditamos em Deus não acreditarmos que a Graça de Deus é grande o suficiente para salvar o mundo inteiro&#8230; bem, então deveríamos pelo menos orar pra que ela seja.<br />
Seu irmão,<br />
Shane</strong></p>
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		<title>O Escândalo da Graça e Dom Quixote</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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Philip Yancey fez a famosa pergunta, “O que há de tão maravilhoso em relação à graça?” As palavras do famoso hino ecoavam bem alto de domingo a domingo nas igrejas ao redor do globo, mas será que podemos mesmo sondar o mistério, a maravilha, ou até o escândalo da graça?
A graça é um paradoxo, como [...]]]></description>
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<p><!--[endif]--><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Philip Yancey fez a famosa pergunta, “O que há de tão maravilhoso em relação à graça?” As palavras do famoso hino ecoavam bem alto de domingo a domingo nas igrejas ao redor do globo, mas será que podemos mesmo sondar o mistério, a maravilha, ou até o escândalo da graça?</span></p>
<p>A graça é um paradoxo, como “camarão grande” ou “imposto de caridade” ou “para ganhar sua vida, você precisa perdê-la.” Todos necessitamos da graça, mas poucos de nós a compreende. As pessoas que mais requerem a graça são as pessoas que menos merecem. Apesar de achar que todos os pecados são repulsivos aos olhos de Deus, não é justo com o cristão correto que tem tido pouca dificuldade com os “grandes” pecados em sua vida que receba a mesma graça que uma prostituta na rua ou o assassino na cadeia. Ainda assim, a mesma graça é oferecida a ambos.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Um escândalo, se você perguntar minha opinião. Jesus incorpora o escândalo. Seu amor pelos cobradores de impostos e outros pecadores notáveis equivalentes à Enron de seu tempo. Suas parábolas, incluindo a história dos trabalhadores e a vinha (Mt 20:1-16), lembram o Watergate do Messias. A morte de Jesus na cruz pelo pecador e o santo como iguais compôs uma história boa o suficiente para aparecer nas capas dos tablóides.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Eu não alego que entendo a graça. Eu não tenho certeza se nós conseguiríamos compreender o real conceito da graça. Pode ser divino demais pra que nossas mentes finitas consigam abraçar. Mas um retrato da graça alterou pra sempre minha percepção da graça e do Deus que a estenda pra mim. E o retrato é Dom Quixote.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Miguel de Cervantes, um famoso escritor espanhol e contemporâneo de William Shakespeare, escreveu seu famoso conto de Dom Quixote no começo dos anos 1600. Em 1970, a história foi adaptada para os palcos em <em>The Man Of<span> </span>La Mancha</em>. Um dos escritores do musical comentou sobre a produção, “A audiência não está assistindo uma peça, eles estão tendo uma experiência religiosa.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">O início da história encontra Cervantes e seu fiel parceiro Sancho jogados em uma prisão esperando o julgamento. Os prisioneiros companheiros pedem que Cervantes conte uma história, e ele decide recontar seu conto em forma de charada. Enquanto ele arma o palco, Cervantes se transforma, na nossa frente, no cavaleiro – Dom Quixote.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Dom Quixote e Sancho se envolvem numa jornada que eventualmente chega em um castelo onde Dom Quixote espera encontrar abrigo para cuidar de feridas de batalha. O castelo na verdade é uma hospedaria para Sancho e para a audiência, mas aos olhos de Dom Quixote, ele está adentrando um lugar de realeza.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">É lá que o “cavaleiro” encontra Aldonza. Ela é uma das poucas mulheres na hospedaria, e ela possui apenas uma coisa que todos os homens durões ao seu redor querem: seu corpo. Todos sabem que é imperativo a um cavaleiro que ele possua uma donzela. Dom Quixote diz, “Um cavaleiro sem uma donzela é como um corpo sem alma.” A quem ele dedicaria as suas conquistas? A quem ele devotaria suas vitórias? Que “visão” o sustentaria ao entrar na batalha contra ogros e gigantes?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Em Aldonza, Dom Quixote descobriu sua visão. Ele decide chamá-la por um novo nome: Dulcinéia. Ele põe esse novo título sobre ela significando “aquela que é doce”, apesar de sua reputação e sua ocupação como prostituta. Dom Quixote, com o passar do tempo, chama por sua Dulcinéia. Ele se refere a ela como “a mais soberana e superior donzela.” Aldonza responde, “Ninguém toca meu coração.” Mas o desejo de Dom Quixote por Dulcinéia aumenta. Ele diz, “A moça Dulcinéia; sua beleza é mais que humana. Sua qualidade? Perfeição. Ela é o significado da palavra mulher. E todo o significado de uma mulher para um homem.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Aldonza responde a ele, “Apenas uma vez, você pode olhar pra mim como eu realmente sou?” Dom Quixote responde: “Eu vejo beleza e pureza.”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Ao desdobrar da história, Dom Quixote está deitado em seu leito de morte, convencido por sua família que ele não é Dom Quixote, mas Alonso Quijana; louco, vestido e sonhando como sendo Dom Quixote. Quando a morte se aproxima, Alonso Quijana chama um padre, pois quer ditar seu testamento. O caos toma o quarto, e a comoção é causada por ninguém mais do que Aldonza. A donzela voltou para seu cavaleiro.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">“Não se lembra de mim?” são suas palavras. “Sou sua Dulcinéia. E você é o grande Dom Quixote” os olhos cansados de Alonso Quijana se iluminam ao lembrar de suas aventuras e de sua Dulcinéia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Então, o que podemos aprender com <em>The Man of La Mancha</em>?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Nós fazemos o papel de Aldonza nessa peça. Somos sujos, impuros e indignos. Não temos linhagem nem futuro. Não somos considerados. Não somos adequados para ser chamados de donzelas de um cavaleiro. Mas a graça de Deus nos oferece, apesar de sermos quem somos, um novo nome. Ele não nos vê como Aldonza, mas Ele escolhe nos chamar de Dulcinéia, a sua doce donzela.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Não faz sentido que Deus escolha uma Aldonza como eu pra ser sua Dulcinéia. Mas a graça de Deus na maioria das vezes não faz muito sentido. Ele a oferece para a prostituta mais baixa e para o mais elevado pregador. Ele estende esse novo nome ao que aborta e ao que adultera, ao contador e ao artista.</span></p>
<p>Phillip Yancey disse, “A graça não custa nada aos que a recebem, mas tudo ao que a dá.” Eu recebo o novo nome de Dulcinéia pela graça de Deus através de Jesus Cristo. E custou tudo a Ele, poder me dar esse novo nome. E esse é o escândalo da graça. É um mistério, mas um “mistério doce”.</p>
<p>Brandon Smith (post original <a href="http://www.relevantmagazine.com/features-reviews/god/642">aqui</a>)</p>
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