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	<title>Abrigo R15 &#187; natal</title>
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		<title>Abrigo R15</title>
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	<itunes:author>Abrigo R15</itunes:author>
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		<title>Então é natal&#8230;</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2011/12/967/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 19:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas então, o que é natal?

Zygmunt Bauman fala em um de seus livros sobre o conceito de “Sociedade
Líquida”. Para Bauman, vivemos em um tempo marcado pela fragilidade
das relações. Ao passo que temos uma quantidade muito elevada de acesso
a tantas pessoas (muito disso graças à internet), a qualidade dessas relações
é muito baixa e extremamente volátil, surgindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Mas então, o que é natal?</div>
<div></div>
<div>Zygmunt Bauman fala em um de seus livros sobre o conceito de “Sociedade</div>
<div id="_mcePaste">Líquida”. Para Bauman, vivemos em um tempo marcado pela fragilidade</div>
<div id="_mcePaste">das relações. Ao passo que temos uma quantidade muito elevada de acesso</div>
<div id="_mcePaste">a tantas pessoas (muito disso graças à internet), a qualidade dessas relações</div>
<div id="_mcePaste">é muito baixa e extremamente volátil, surgindo novas pessoas, as anteriores</div>
<div id="_mcePaste">vão sendo esquecidas, e daí a comparação com a água que vai alterando</div>
<div id="_mcePaste">sua forma de acordo com o recipiente em que está, e é rapidamente</div>
<div id="_mcePaste">movimentada sem deixar marcas significativas de que esteve ali.</div>
<div id="_mcePaste">Eu acho legal essa observação e penso que neste ambiente, vivemos</div>
<div id="_mcePaste">quase que indiferentes às pessoas ao nosso redor e somos pouco ou nada</div>
<div id="_mcePaste">relevantes em suas vidas. Na verdade, nem nos preocupamos com a</div>
<div id="_mcePaste">vida das pessoas até porque já temos muitas preocupações com a nossa</div>
<div id="_mcePaste">vida. Porém, em datas comemorativas vem sobre nós um sentimento</div>
<div id="_mcePaste">de ligação com o outro, provocando o dever de felicitar as pessoas, de</div>
<div id="_mcePaste">desejar-lhes feliz natal, próspero ano novo e coisa e tal, ao passo que, nos</div>
<div id="_mcePaste">dias “normais”, às vezes nem “bom dia” desejamos.</div>
<div id="_mcePaste">Hoje, minha amada e aperreada mãe me ligou lá de Recife e me chamou</div>
<div id="_mcePaste">a atenção por não ter ligado pra ela ontem dia 24, dia do natal (já que se</div>
<div id="_mcePaste">comemora na véspera).</div>
<div id="_mcePaste">Não me acho insensível por não ter ligado pra minha mãe na noite de natal</div>
<div id="_mcePaste">pra desejar-lhe feliz natal. O seria se nunca ligasse pra dizer que a amo e</div>
<div id="_mcePaste">que adoraria poder visitá-la sempre, pra lhe dar um abraço forte e estar</div>
<div id="_mcePaste">ao seu lado. Mas apenas por uma obrigação de desejar feliz natal? Qual</div>
<div id="_mcePaste">o sentido disso? O Natal só se torna real se o entendermos longe dessa</div>
<div id="_mcePaste">concepção romântica e vazia de felicitar, de presentear ou de bancar o</div>
<div id="_mcePaste">bom moço dizendo: – Feliz Natal! Que natal é este senão o que a mídia</div>
<div id="_mcePaste">imprimiu em nossas mentes, deturpando até a data do nascimento de Jesus</div>
<div id="_mcePaste">e impondo a idéia do bom velhinho “IMORTAL” que voa com suas renas</div>
<div id="_mcePaste">num trenó, levando presentes para todas as pessoas boas e trazendo a paz,</div>
<div id="_mcePaste">o amor e a união? Achamos que só as crianças acreditam nisto, porém</div>
<div id="_mcePaste">agimos como se de fato absorvêssemos este aroma de ilusão.</div>
<div id="_mcePaste">Isto certamente não é Natal.</div>
<div id="_mcePaste">Agora entendo por que meu pai se isolava e ia dormir bem cedo nessas</div>
<div id="_mcePaste">festas de natal e ano novo. Ele sempre me dizia que aquele era um dia como</div>
<div id="_mcePaste">outro qualquer. Apesar desta atitude ser meio depressiva e ante-social eu</div>
<div id="_mcePaste">concordo ao menos com o objetivo.</div>
<div id="_mcePaste">Sei que nestas datas todos estão mais livres, férias do trabalho, estudos etc,</div>
<div id="_mcePaste">e às vezes só nesta ápoca é possível reunir a família, fazer uma bela ceia</div>
<div id="_mcePaste">e, por que não, presentear quem amamos. Não quero dizer que isto não é</div>
<div id="_mcePaste">bom, importante e sadio, pois realmente é. Mas a idéia sobre a qual quero</div>
<div id="_mcePaste">refletir é: estamos tão sensíveis e amorosos durante uma semana (do dia do</div>
<div id="_mcePaste">natal até o dia do ano novo)? Que sementes amorosas plantamos entre o dia</div>
<div id="_mcePaste">do ano novo e o natal? O que fazemos durante o ano pelas pessoas para que</div>
<div id="_mcePaste">no fim do ano elas tenham motivos para agradecer a Deus por terem sido</div>
<div id="_mcePaste">ajudadas e assim compreenderem a graça e a misericórdia de Deus?</div>
<div id="_mcePaste">Portanto, nesse natal, que possamos refletir sobre nossas atitudes em</div>
<div id="_mcePaste">sociedade e, ao desejarmos “feliz natal”, que nossas palavras venham</div>
<div id="_mcePaste">acompanhadas de ações geradoras de felicidade, como um simples sorriso</div>
<div id="_mcePaste">sincero, mas que brilha e sua luz ilumina a alma de quem o recebe.</div>
<div id="_mcePaste">“Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas</div>
<div id="_mcePaste">obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16)</div>
<div id="_mcePaste">Feliz Natal!</div>
<div id="_mcePaste">Guilherme Santana</div>
<p>Zygmunt Bauman fala em um de seus livros sobre o conceito de “Sociedade<br />
Líquida”. Para Bauman, vivemos em um tempo marcado pela fragilidade<br />
das relações. Ao passo que temos uma quantidade muito elevada de acesso<br />
a tantas pessoas (muito disso graças à internet), a qualidade dessas relações<br />
é muito baixa e extremamente volátil, surgindo novas pessoas, as anteriores<br />
vão sendo esquecidas, e daí a comparação com a água que vai alterando<br />
sua forma de acordo com o recipiente em que está, e é rapidamente<br />
movimentada sem deixar marcas significativas de que esteve ali.<br />
Eu acho legal essa observação e penso que neste ambiente, vivemos<br />
quase que indiferentes às pessoas ao nosso redor e somos pouco ou nada<br />
relevantes em suas vidas. Na verdade, nem nos preocupamos com a<br />
vida das pessoas até porque já temos muitas preocupações com a nossa<br />
vida. Porém, em datas comemorativas vem sobre nós um sentimento<br />
de ligação com o outro, provocando o dever de felicitar as pessoas, de<br />
desejar-lhes feliz natal, próspero ano novo e coisa e tal, ao passo que, nos<br />
dias “normais”, às vezes nem “bom dia” desejamos.<br />
Hoje, minha amada e aperreada mãe me ligou lá de Recife e me chamou<br />
a atenção por não ter ligado pra ela ontem dia 24, dia do natal (já que se<br />
comemora na véspera).<br />
Não me acho insensível por não ter ligado pra minha mãe na noite de natal<br />
pra desejar-lhe feliz natal. O seria se nunca ligasse pra dizer que a amo e<br />
que adoraria poder visitá-la sempre, pra lhe dar um abraço forte e estar<br />
ao seu lado. Mas apenas por uma obrigação de desejar feliz natal? Qual<br />
o sentido disso? O Natal só se torna real se o entendermos longe dessa<br />
concepção romântica e vazia de felicitar, de presentear ou de bancar o<br />
bom moço dizendo: – Feliz Natal! Que natal é este senão o que a mídia<br />
imprimiu em nossas mentes, deturpando até a data do nascimento de Jesus<br />
e impondo a idéia do bom velhinho “IMORTAL” que voa com suas renas<br />
num trenó, levando presentes para todas as pessoas boas e trazendo a paz,<br />
o amor e a união? Achamos que só as crianças acreditam nisto, porém<br />
agimos como se de fato absorvêssemos este aroma de ilusão.<br />
Isto certamente não é Natal.<br />
Agora entendo por que meu pai se isolava e ia dormir bem cedo nessas<br />
festas de natal e ano novo. Ele sempre me dizia que aquele era um dia como<br />
outro qualquer. Apesar desta atitude ser meio depressiva e ante-social eu<br />
concordo ao menos com o objetivo.<br />
Sei que nestas datas todos estão mais livres, férias do trabalho, estudos etc,<br />
e às vezes só nesta ápoca é possível reunir a família, fazer uma bela ceia<br />
e, por que não, presentear quem amamos. Não quero dizer que isto não é<br />
bom, importante e sadio, pois realmente é. Mas a idéia sobre a qual quero<br />
refletir é: estamos tão sensíveis e amorosos durante uma semana (do dia do<br />
natal até o dia do ano novo)? Que sementes amorosas plantamos entre o dia<br />
do ano novo e o natal? O que fazemos durante o ano pelas pessoas para que<br />
no fim do ano elas tenham motivos para agradecer a Deus por terem sido<br />
ajudadas e assim compreenderem a graça e a misericórdia de Deus?<br />
Portanto, nesse natal, que possamos refletir sobre nossas atitudes em<br />
sociedade e, ao desejarmos “feliz natal”, que nossas palavras venham<br />
acompanhadas de ações geradoras de felicidade, como um simples sorriso<br />
sincero, mas que brilha e sua luz ilumina a alma de quem o recebe.<br />
“Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas<br />
obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16)<br />
Feliz Natal!<br />
Guilherme Santana</p>
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		<title>Natal pra quê?</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2010/12/natal-pra-que/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 14:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Manoel DC]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvemos postar aqui uma &#8220;conversa&#8221; virtual que tivemos sobre o Natal. Um texto colaborativo de 4 pessoas que se complementam (ou não). Leiam e comentem.
Fim de ano, Natal, muitas festas, muita música, muita luz, muitas promoções. É interessante ver tão variadas reações nessa época do ano. Cada vez vejo mais gente dizendo que não gostam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Resolvemos postar aqui uma &#8220;conversa&#8221; virtual que tivemos sobre o Natal. Um texto colaborativo de 4 pessoas que se complementam (ou não). Leiam e comentem.</strong></em></p>
<p>Fim de ano, Natal, muitas festas, muita música, muita luz, muitas promoções. É interessante ver tão variadas reações nessa época do ano. Cada vez vejo mais gente dizendo que não gostam do natal, ou que o acham deprimente.<br />
Eu mesmo confesso que hoje em dia não vejo mais o Natal com a euforia que sentia quando criança. O que mudou? O Natal ou minhas percepções?<br />
Quando olhamos pro que gera todo esse criticismo, será que estão exagerando ou é algo digno de reflexão? O consumismo da época é realmente nocivo? Existe realmente hipocrisia nas festas de família que só se reunem nesse dia do ano? E nas festas do trabalho? Como será que quem não tem condições de dar presentes pra sua família se sente? Será que deveríamos incentivar esse tipo de comportamento?<br />
São muitas questões e sei que isso tudo nada tem a ver com o tão divulgado “real significado do Natal”. Acho muito difícil que alguém que se comunica de alguma forma com outras pessoas nunca tenha ouvido falar que o significado do Natal é o nascimento de Jesus. Se todo mundo já sabe disso, que implicações práticas isso pode trazer? Como trazer relevância a uma data comemorativa tão desgastada?</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Markeetoo</em></strong></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Ao meu ver, o Natal, bem como a festa da virada de ano, apenas explicitam e sublinham o estilo de vida ou o status pessoal do indivíduo. É verdade que a data não possui um poder mágico de transformação, de modo que quem é mau caráter, continuará sendo, assim como quem é deprimido, quem é consumista e assim por diante, pois afinal, transformação é processo e não se restringe a uma época do ano específica.<br />
Infelizmente, dois tipos de comportamento ficam em voga na época natalina: hipocrisia e hedonismo. A primeira se reflete em quem ainda vê o Natal como algo positivo, enfatiza o real sentido do Natal, mas não reconhece seus problemas, suas feridas e suas falhas que ali estão, aparecendo de uma forma ou outra, em menor ou maior grau. A segunda, também ocorre o ano inteiro, mas pode ser exarcerbado essa época do ano, pois o convite para celebrar pode ser tomado como uma convite para buscar a satisfação a qualquer custo, tanto faz se por meio do consumismo puro e simples, das festas comportadas ou não, ou até mesmo através da caridade natalina, quando feito com o único intuito de se sentir bem, pelo menos uma vez por ano, por estar realizando uma boa ação.<br />
O Natal, portanto, não mudou. Mas as pessoam mudam, e a data é propícia para a reflexão a respeito de se tais mudanças foram boas ou não, se existem coisas que precisam ainda serem renovadas ou transformadas. É a hora de deixarmos de ser robôs, sendo levados pelo fluxo do sistema, de sermos gratos a Deus pela vitórias, contentes pelas tribulações e encorajados para novas lutas.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Micael Silva</strong></em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Sem entrar no mérito da real data do nascimento de Jesus – e evitando outras polêmicas que a data traz – o Natal chegou. Observamos o mais do mesmo: alto consumo, cidade enfeitada, supermercados lotados, filas infinitas, trânsito caótico… e, nós, retrospectos, tentamos dar um sentido coerente sobre nossa conduta. Pelo pretexto da data, temos a oportunidade refletir sobre nossa vida, sobre o que plantamos e construimos durante o ano. O Natal, ao meu ver, é mais uma oportunidade divina; o convite especial para sairmos da densa escuridão consequente de diários ornamentos atenuantes. Que saiamos da prática da mentira, do amor superficial e passemos a encararar a eternidade de maneira honesta e conscientes do nosso papel como Igreja.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Rafael Siza</em></strong></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Permitam-me adicionar a tudo isso acima escrito, o fato de que mesmo os que lembram que Natal é a festa que celebra o nascimento de Jesus, atem-se a aos enfeites, a compra do presépio ideal que represente da melhor forma o momento que Jesus nasceu na estrebaria, com a sagrada família ao centro, os pastores com seus cajados e os imponentes reis magos juntos, oferencendo seus presentes, os animais ao redor, Jesus na majedoura, o coche onde os animais comiam.<br />
Mais o que a maioria não percebeu ainda, é que natal celebra muito mais do que homenagear o Menino-Jesus, mas sua extraordinária encarnação, o Verbo de Deus se materializando em forma de gente, com estatura, peso e densidade tridimensional, exibindo traços judaicos, com nariz adunco e cabelos encaracolados, tremulando frágil, buscando instintivamente o peito de Maria. Isso sim é extraordinário!<br />
Eles também não se deram conta que o menino cresceu, se tormou um moço viril, acostumado a carregar madeira e “malhar” com seu pai na marcenaria.<br />
Mais incrível ainda é que quase ninguém dá ênfase na missão para qual Ele veio cumprir. Jesus veio para ser a oferta de Deus pelo nosso pecado. O justo pelos injustos. Ele como homem precisava ser provado em todas as áreas, e morrer em nosso lugar, para que cada um de nós tivéssemos vida verdadeira, o que Ele chamou de vida abundante que brota do interior e salta para a vida eterna.<br />
Então como o Natal até ja passou, e muitos já estão pensando na festa da vez, o carnaval, façamos Natal a cada dia, permitindo deixar Cristo nascer no nosso coração e viver através de nós, para que sejamos luz do mundo, sal da terra e perfume de Cristo em meio a um mundo mergulhado no pântano pestilento da ambição e do egoísmo.<br />
Se fizermos Natal a cada dia, certamente teremos uma esperança renovada de que esse proximo ano realmente será um feliz ano novo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>ManoelDC</em></strong></p>
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		<title>Natal O Ano Todo</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/natal-o-ano-todo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 16:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[charles swindoll]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mateus 1 &#8211; 2
Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!
Veja algumas sugestões:

Acabe com uma briga.
Procure um amigo que ficou esquecido.
Escreva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mateus 1 &#8211; 2</p>
<p>Você já pensou em dar alguma coisa todos os dias do ano até chegar o Natal?<br />
Esses presentes diários poderiam ser chamados de “Projetos Natalinos”. Um por dia, todos os dias, até o Natal.Pense como seria divertido poder dizer “Feliz Natal”, em julho!<br />
Veja algumas sugestões:</p>
<ul>
<li>Acabe com uma briga.</li>
<li>Procure um amigo que ficou esquecido.</li>
<li>Escreva um longo e atrasado bilhete de amor.</li>
<li>Abrace alguém apertado e sussurre: “Amo tanto você”.</li>
<li>Perdoe um inimigo.</li>
<li>Seja amável e paciente com alguém irritado.</li>
<li>Alegre o coração de uma criança.</li>
<li>Encontre tempo para cumprir uma promessa.</li>
<li>Faça ou cozinhe alguma coisa para alguém. Anonimamente.</li>
<li>Afaste um ressentimento.</li>
<li>Escute.</li>
<li>Fale bondosamente com um estranho.</li>
<li>Participe da tristeza de alguém.</li>
<li>Sorria.</li>
<li>Ria um pouco.</li>
<li>Ria mais um pouco.</li>
<li>Vá passear com um amigo.</li>
<li>Diminua suas exigências sobre os outros.</li>
<li>Ouça uma música agradável durante o jantar.</li>
<li>Peça desculpas se estiver errado.</li>
<li>Desligue a televisão e converse.</li>
<li>Pague um sorvete para alguém (pode ser um iogurte).</li>
<li>Lave a louça da família.</li>
<li>Ore por alguém que o tenha ajudado em seu sofrimento.</li>
<li>Prepare o café na manhã  de domingo.</li>
<li>Dê uma resposta branda mesmo se estiver aborrecido.</li>
<li>Encoraje uma pessoa mais velha.</li>
</ul>
<p>Quando você  se dá, o presente nunca precisa ser devolvido.</p>
<p><em>Texto extraído do livro Dia a Dia de Charles Swindoll</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>NATAL &#8211; Encarnação Vivencial</title>
		<link>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/natal-encarnacao-vivencial/</link>
		<comments>http://www.abrigor15.com.br/2009/12/natal-encarnacao-vivencial/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[encarnação]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.
Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais apurado entendimento humano sobre encarnação ainda deixa a maior manifestação da história da salvação como uma imagem turva, distorcida e enevoada.</p>
<p>Assevero isso, sem nenhuma pretensão a não ser do sentimento de plena reverência diante de um mistério inalcançável pela mente humana, o desiderato do DEUS Todo-Poderoso, criador do universo, O Incorpóreo, O Invisível, O Incontido, decidir viver nessa terra e ser encerrado em um corpo humano, estigmatizado a morrer desde que nasceu, e a ser confinado em um mundo hermeticamente fechado por paredes de sombras e medos, e a respirar o ar viciado que o pecado impregnou em nosso poluído mundo de homens perdidos.</p>
<p>Jesus foi engendrado no útero de Maria, milagre do Espírito Santo, macrogameta feminino sem microgameta masculino, feto formado, massa uniforme, o incontido preso na matéria deteriorada, um ser tremulante no vácuo, flutuando na escuridão do líquido amniótico dentro de Maria, anexado à placenta e dependendo exclusivamente dela, e impulsionado em direção à luz terrena após completar os noves meses de gestação, Maria sentindo dores, as contrações cada vez mais próximas, até que a bolsa rompeu e Jesus foi expelido em direção ao mundo, sendo tomado pelas mãos calejadas de José, que envolveu a criança encharcada de sangue e plasma, em panos de linho rústico.</p>
<p>Desliga a placenta, corta o cordão umbilical, depois dá uma palmada nas nádegas de Deus-menino para liberar o pulmão recolhido, o garoto executando um choro esganiçado que quebrou o silêncio da madrugada fria nas imediações da Belém adormecida.</p>
<p>Jesus cresceu. Aprendeu a balbuciar as primeiras palavras, caiu muito até dar seu primeiro passinho firme. Teve sarampo, papeira, resfriado, e dor de barriga. Sentiu fome, frio e cansaço, tristeza e saudades intensas.</p>
<p>Ouvia os ensinamentos dos pais, ia à sinagoga, aprendeu a decorar a Torah, e galgou todos os níveis do ensino rabínico com desenvoltura admirável. Sua prova final foi diante dos doutores da lei, aos doze anos de idade, no templo de Jerusalém, deixando os sábios fariseus embasbacados diante de tanta sabedoria.</p>
<p>Paulo define a encarnação do Verbo como o termo esvaziar: &#8230;A Si mesmo se esvaziou&#8230; e isso é como um balão inflado que vai murchando até ficar vazio.</p>
<p>Natal é a mais pura compreensão da encarnação de Deus. É Deus invadindo a história, entrando no portal do tempo e do espaço, levando chicotadas que deixou tiras de pele dependuradas de suas costas, carregando o peso da haste horizontal de uma cruz cheias de farpas agudas, e a dor indizível quando o pregaram na  haste vertical  e o penduraram entre o céu e a terra, até o derradeiro momento quando emitiu um brado gutural e  gorgolejante, entregando o espírito.</p>
<p>O autor aos hebreus declara que depois que efetuou o sacrifício eterno por nossos pecados, veio a tornar-se Sumo sacerdote que é capaz de se condoer de nossas fraquezas. A missão para Sua igreja é similar, consolai uns aos outros, sejam compassivos, e cheios de solidariedade com a fraqueza e desgraça dos outros.</p>
<p>Isso é Natal. É a encarnação do Verbo de Deus gerando em nós o desafio da encarnação dos atos e dos gestos, do amor vivencial, mostrando a mesma compaixão, a solidariedade e serviço sacrificial que Jesus teve, agora, em pleno século XXI, sendo meros instrumentos que estendam as mãos aos rejeitados pela sociedade, aos aprisionados pelas garras da impiedade, criando oportunidades que diminuirão a dor e a fome dos que não terão nada no Natal, nem comida farta, nem presentes interessantes, nem dignidade, nem vergonha própria e que não restará mais nada, a não ser regar a mesa do Natal com o choro retido de quem não teve nenhuma chance na vida e nenhuma conquista na corrida por um lugar ao sol nesse triste e egoísta mundo dos homens de concorrência desleal e discriminatória.</p>
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		<title>Feliz Consumismo!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.
Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não tem que ser um “Pão-Duro” para passar o Natal de maneira diferente.</strong></p>
<p>Nas semanas que antecedem o Natal, muitos de nós relaxamos. Gastamos tempo com a família, compartilhando anedotas dos natais passados com um sorriso, e refletindo sobre o que essa época do ano significa – amar uns aos outros lembrando da alegria do nascimento de nosso Salvador.</p>
<p>Bem&#8230; talvez não. Quando dezembro se desenrola, a maioria de nós se encontra espremidos entre nossas convicções sobre mordomia responsável e a cacofonia das mensagens nos atraindo para o consumo indulgente.</p>
<p>Então, quando a conta do cartão de crédito chega em janeiro, nós lamentamos que – como se fosse contra nossa vontade – mais uma vez fomos tragados pela máquina marqueteira das festas de fim de ano e cuspidos pra fora como pedaços de isopor.</p>
<p>E nós nem somos pagãos festivos. Somos cristãos.</p>
<p>Somos pessoas de fé que ouviram o chamado de Deus para dominar a Terra e ser mordomos dos recursos. Mas, com a melhor das intenções, talvez, nós esperamos sinceramente que reviver o antigo drama com nossos presépios de plástico fabricados pela Fisher-Price ou cantar “Parabéns pra você” pra Jesus vá nos sustentar.</p>
<p>Mas quando somos completamente honestos, duvidamos que seja possível. Nós realmente queremos viver diferente esse ano.</p>
<p>A boa notícia é que, diferente de tantos consumidores que estão se esmagando em shoppings lotados e comprando com o click de um mouse nessas férias, os cristãos se engajam na guerra santa contra o consumismo indulgente com recursos mais sustentáveis que força-de-vontade, preocupação chata com o aumento das dívidas ou até a legítima aversão humana a estacionamentos de shoppings. Diante da obsessão por coisas da nossa cultura, os cristãos estão verdadeiramente navegando em um novo caminho.</p>
<h3><strong>Um empurrão poderoso</strong></h3>
<p>Pesquisas estimam que os americanos assistem mais de 200 comerciais por dia. Nossas compras online, perfis de Facebook e até os textos pessoais em nossos emails agora permitem que propagandas balancem iscas especificamente para nosso perfil demográfico. Marqueteiros pagam milhões nisso – obviamente – porque funciona. Como peixes sem cérebro, nós mordemos a isca.</p>
<p>Mas em dezembro, a pressão para consumir se torna mais pessoal ainda. Quando o Natal se aproxima, somos infectados por vozes dentro de nós &#8211; e às vezes da família. Como decidimos diminuir o consumismo dando menos presentes, podemos ouvir uma voz de desaprovação interna. “Não importa se as necessidades e desejos dela foram preenchidos. Você sabe que ela vai lhe dar um presente caro,” a voz acusa. “Você não ousaria não ser recíproco.” Será que por algum acaso você conseguiria resistir a essas mensagens espertas? Você pode até ouvir, “A essência do cristianismo é dar, não é?” Prontamente essa distorcida lógica demoníaca, fundamentada em nenhuma raiz teológica, tem você sacando o cartão–de-crédito da carteira para comprar uma gravata horrível de bijuteria ou uma bonequinha bobblehead da Madre Teresa. Feliz Aniversário, Jesus.</p>
<h3>Podemos fazer melhor.</h3>
<p>Kalle Lasn é o fundador da revista Adbusters. Lasn reconhece a influência crescente da comunidade cristã no que diz respeito à responsabilidade social. Ele observa: “Estou notando que nos últimos 10 anos algo tem sido aberto nas comunidades da fé. Eles estão agora, mais do que nunca em minha memória, se envolvendo em serem mordomos do ambiente físico. Finalmente estão assumindo a responsabilidade.”</p>
<p>Um líder nesse movimento de reivindicar o natal é Aiden Enns. Em 2001, Enns, e mais seis amigos cristãos, lançaram a campanha “Buy Nothing Christmas” (Natal de Não Comprar Nada). O grupo comprou uma propaganda de 1 página inteira em um jornal de uma igreja no Canadá e criou um website, BuyNothingChristmas.org. A campanha traz um convite triplo exortando os cristãos a abraçarem uma temporada que é “rica em significado, menor em impacto na terra, e maior em dar às pessoas menos privilegiadas.”</p>
<p>“Algumas tradições tem sido distorcidas e podem fazer mais mal do que bem – como, por exemplo, comprar demais no natal. Em uma sociedade afluente, materialista, não faz sentido algum encher nossos amados de presentes como um sinal de amor em nome do Príncipe da Paz, Jesus Cristo.</p>
<p>“Natal é tempo de espaços abertos para generosidade como expressão de nossa gratidão e amor&#8230; para celebrar união apesar das diferenças.</p>
<p>Podemos continuar fazendo isso, mesmo que mudemos algumas de nossas tradições.”</p>
<h3>Vivendo diferente</h3>
<p>O escritor e ativista Shane Claiborne compartilha da paixão de Enn em estabelecer novas tradições. “Minha mãe e eu costuramos roupas todo natal,” diz Claiborne. “Me tornei um belo alfaiate com ela. É divertido. É doar vida. De onde vem isso é uma tentativa de criar um terceiro caminho que não é nem cultura nem contra-cultura, sempre reagindo.”</p>
<p>Como Enns, Claiborne encoraja os cristãos a serem mais criativos do que já fomos até agora. Ele explica: “Vamos bolar novas maneiras onde realmente honramos Jesus celebrando seu nascimento. Vamos bolar maneiras em que criamos rituais e tradições em nossas famílias. Vejo pessoas fazendo presentes juntos no natal, gente fazendo coisas como o Projeto Heifer ou outras maneiras em que dão presentes para oferecer dignidade e honra a pessoas que não tem o suficiente.”</p>
<p>Enns oferece alguns conselhos sábios àqueles considerando estabelecer novas maneiras de celebrar o nascimento de Jesus esse ano – particularmente encorajando a moderação. “Comece pequeno e explique o que você está fazendo. Com certeza algumas pessoas vão querer radicalizar e dar apenas coisas feitas em casa, coisas usadas ou doações. Mas geralmente isso pode se tornar excludente – ‘Eu estou justificado, você não.’</p>
<p>“Eu prefiro me manter em conversações com aqueles de quem difiro. E tentar me conter em ser julgador de outros. Ajuda ser menos duro consigo mesmo, e então estender essa graça aos outros.”</p>
<h3>Um natal encarnado</h3>
<p>Uma amiga minha se encontra nesta frente santa de discípulos. No outono passado, Jan me disse que queria passar o natal “diferente.”<br />
“Claro,” eu pensei cinicamente, “Não é o que todos queremos? Já passei por isso.”</p>
<p>Depois das festas, nem me importei em perguntar dela como tinha sido. Isso é vergonhoso. Mas quando a vi novamente, Jan estava radiante. Apesar de que sua casa não tinha tido nenhuma árvore de natal, nenhuma rena de plástico e nenhum pisca-pisca, Jan exclamou, “Foi meu melhor natal de todos os tempos!”</p>
<p>Jan perguntou de sua vizinhança, batendo de porta em porta, simplesmente dizendo: “Olá. Gostaria de saber se existe alguma coisa que eu possa fazer por você? É natal e quero doar de volta algo para a minha comunidade.”</p>
<p>Tipicamente, seus esforços encontraram olhares vazios e recusas educadas. Usando seu tom mais persuasivo, ela tentaria convencê-los a varrer folhas ou limpar as calhas. Não pude evitar de notar que seu serviço encarnado foi muito mais parecido com o primeiro natal do que qualquer das coisas que embalamos com papel vermelho-e-verde hoje.</p>
<p>Então, nesse natal, saiba que ao buscar uma celebração mais rica em significado, menor em impacto e maior em doar às pessoas menos privilegiadas, você honra Aquele a quem celebramos. Que Ele se deleite em nossos presentes santos de obediência.</p>
<div class="author"><a href="http://www.relevantmagazine.com/component/community/relevant/profile">Margot Starbuck</a></div>
<p>Artigo original em inglês extraído do site da <a href="http://www.relevantmagazine.com/god/deeper-walk/features/19414-merry-consumerism">Relevant Magazine.</a></p>
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		<title>Zumbis No Shopping Center</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado AdBusters, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vagando pelo mundo da net, encontrei algo bem interessante. Não sei quantos conhecem o grupo chamado <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a>, grupo que escolheu andar na contramão do sistema consumista em que vivemos, sempre apontando os malefícios de se viver como muitos de nós vivemos. Por mais que não assumamos, muitos de nós acreditamos no ditado “você é o que você tem.”</p>
<p>O <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> incentiva que pessoas em todo o mundo façam manifestações, protestos, boicotes e etc. Uma iniciativa bem conhecida é o Buy Nothing Day (Dia de Não Comprar Nada), que acontece exatamente na chamada Black Friday, nos EUA, que é a sexta após o dia de ação de graças, data que marca o início da temporada de compras de fim de ano. Nesse dia as lojas fazem super-descontos para atrair clientes de todos os cantos do país.</p>
<p>O Buy Nothing Day é acompanhado de algumas ações como pessoas com cartazes e tesouras em pé na frente de grandes centros de compra incentivando pessoas que querem se livrar do mau-uso de cartões-de-crédito a vir e deixar que seu cartão seja cortado; Festas nas ruas gratuitas, sem fim comercial; Zombie Walks, onde pessoas se vestem de zumbis e ficam andando por esses centros carregando sacolas de compras, ironizando essa prática da compra desenfreada; Protestos sentados, onde as pessoas ficam sentadas numa loja ou estabelecimento, até que sejam expulsos; Whirl-Mart, onde os manifestantes fazem uma longa fila com carrinhos de supermercado vazios e saem sem comprar nada; Wildcat General Strike, que é um compromisso de além de não comprar nada durante 24h, deixar celulares, televisores, carros e outros aparelhos desligados durante todo o dia; além de outros protestos.</p>
<p>Esse tipo de ação não busca atrair pessoas a passar um dia sem comprar nada e no dia seguinte “tirar o atraso”, mas adotar um estilo de vida menos consumista. É fato que nosso mundo está sendo cada vez mais deteriorado e uma grande parcela de culpa é do consumismo. O mundo precisa consumir menos. Todos nós.</p>
<p>É notável que estamos na época “mais consumista” do ano. Festas de fim de ano. Todos “precisam” comprar presentes de natal para todos os membros da família, para o amigo-oculto/secreto do trabalho, da faculdade, do condomínio, da academia, da família da namorada, da igreja e por aí vai. Todos precisamos de roupas novas para a festa de Natal (e se for pra mais de uma festa de natal, precisa de mais de uma roupa para cada uma) e festa de Ano Novo. Época em que muitos irão se endividar ou deixar de gastar com algo produtivo pra poder satisfazer esse compromisso social, afinal de contas, quem não faz isso?</p>
<p>O grupo <a href="https://www.adbusters.org/">AdBusters</a> tem convocado pessoas a se manifestarem durante esse período. Pessoas tem feito a Zombie Walk e o corte de cartões-de-crédito. Outros tem andado com faixas escrito “O Que Jesus Compraria?” Pedras clamando?</p>
<p style="text-align: center;">
<p>A Palavra de Deus nos ensina o caminho da moderação e da eqüidade. Espero que possamos refletir e compreender como deveríamos agir no meio de tudo isso. Enquanto muitos se lambuzam nas riquezas e consumismo exagerado, o sem-teto, o órfão, a viúva, continuam precisando de nós.</p>
<p>Ps: quem acha que essa história do consumismo ser um problema é papo furado, deveria assistir A História Das Coisas. Tá <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=a+hist%C3%B3ria+das+coisas&amp;search_type=&amp;aq=f">aqui um link</a> pra você =]</p>
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