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	<title>Abrigo R15 &#187; vida com Deus</title>
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		<title>A Eternidade começa aqui</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 05:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[ No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span> </span>No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma discussão calorosa que entrava pelas manhãs, tardes e noites.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Em uma dessas vezes, uma das “integrantes” comentou que tinha um certo medo da eternidade, porque&#8230;como ia ser isso? O que a gente ia ter pra fazer no céu? Aquilo envolveu algumas teorias sobre o corpo está preso a esta dimensão de tempo e espaço, sobre como teremos missões que envolveriam as outras galáxias etc&#8230; Contudo, a discussão tomou outro rumo, e acabamos interrompidos pela necessidade de um banho refrigerador no açude e pelo bom andamento do campeonato de ping-pong (risos). Mal percebemos que a eternidade tão temida começava a envolver nossos corações através da amizade que fomos estreitando e dos momentos únicos com Deus que íamos tendo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Acredito que com o passar dos dias, longe de nossas rotinas maçantes, cercados de natureza, convivendo 24horas do dia uns com os outros talvez não tivéssemos sequer escapatória: Deus já havia planejado tudo. E ali era a oportunidade perfeita para ele nos mostrar que o céu já começou. A alegria de cantar perto dos irmãos, saber que ali eu poderia chorar e ter um ombro amigo sentindo minha dor, as brincadeiras, os silêncios, as palavras que confrontaram, tudo ali foi invadindo e aperfeiçoando a todos nós, para chegarmos aqui e nos depararmos com uma frase tão linda, dita pelo nosso querido irmão Janssem:<span> </span>“<span><span>A maior diferença de vocês do Abrigo é  eu posso imaginar a eternidade com vocês!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que povo é esse que escolhe viver junto em uma sociedade onde todo mundo procura cada vez mais a solidão? Que povo é esse que se importa um com o outro em um mundo onde tudo é tão superficial? Que povo é esse que prefere passar uma manhã inteira chorando junto, experimentando as coisas mais profundas que Deus pode oferecer, enquanto a sociedade só pensa em novas atividades escravizantes e dinheiro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que nossa vida seja repleta de experiências diárias, que o amor seja sempre o diferencial que faz com que a eternidade deixe de ser assustadora e passe a ser ansiada. Que nosso Abrigo seja cada dia mais espaçoso e que as fraquezas e as dores tenham tanto espaço quanto as alegrias e os dons. Que nossa comunidade seja aquele povo que não tem como esconder o brilho no rosto, e a maturidade venha crescendo dentro de nós como família. Seja em conversas e especulações sobre o divino, seja nas brincadeiras e sorrisos, seja nos silêncios e meditações profundas, ou no abraço forte, no carregar das dores, no compartilhar das alegrias, seja em acampamentos, seja cercados por atividades diárias, seja na faculdade, trabalho, barzinho, internet ou domingo a noite&#8230; que a eternidade já não caiba dentro do nosso peito e nos faça cada vez mais&#8230;um.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> martasilva</span></p>
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		<title>Por Que Você Não Quer Mais Ir À Igreja?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava no ônibus indo pro trabalho e não tive como não ouvir um diálogo de 2 rapazes no banco atrás do meu. Com tanto evangeliquês , detectei logo que os 2 eram crentes. Parte da conversa era como que uma amostra de currículos eclesiásticos. “Segunda tenho reunião da liderança, terça tenho minha célula, quinta tenho grupo de casais, sexta tem evangelismo, sábado culto de jovens e domingo culto normal. É difícil, tem hora que fico muito cansado, mas é assim mesmo&#8230;” ouvi. E depois: “Nós somos assim mesmo, sempre queremos algo em troca. Deus sabe disso. É impossível fazermos algo ou dar o dízimo sem querer nada em troca.” Algo que se fosse falado com pesar, eu concordaria tristemente, mas percebi certo ar de “tem problema não, Deus entende.”</p>
<p>Coincidentemente, havia terminado de ler <em><strong>Por Que Você Não Quer Mais Ir À Igreja?</strong></em> um dia antes. O nome do livro já é bem sugestivo. Causa atração em alguns e em outros, um instinto automático de torcer o nariz e menear a cabeça.</p>
<p><em><strong>PQVNQMIAI</strong></em> é uma ficção e conta a história de Jake, um pastor auxiliar de uma igreja em ascensão que vem passando por um tempo de desânimo e angústia. O que mais o incomoda é que ele sendo um pastor e tendo tanto tempo de fé não deveria mais passar por momentos como esses. Certo?</p>
<p>O livro não apresenta uma trama super complexa, cheia de reviravoltas, é praticamente uma série de diálogos entre Jake e João, um senhor misterioso que surge na sua vida e que através de perguntas instigantes começa a fazer uma transformação nos conceitos de Jake.</p>
<p>Podemos nos identificar com Jake. Quantos de nós não nos sentimos por vezes sufocados pela igreja, pelos tantos afazeres e inúmeros deveres? Se formos um pouquinho sinceros, um bom número dos que estão lendo esse texto assumirão que é verdade. Somos viciados em ativismo porque ainda está impregnada em nós a idéia de que precisamos fazer por merecer. Achamos que se não estivermos 7 dias por semana na igreja ou “na obra” não merecemos o amor de Deus.</p>
<p>Vida cristã é vivência diária com Deus e com o próximo. Muitos de nós gastamos tanto tempo dentro da igreja ou de algum programa da igreja que não temos quase nenhuma hora pra estar simplesmente vivendo com pessoas ao nosso redor. Qual foi a última vez que você pôde sair com um companheiro de trabalho, com um amigo que há tempos você não bate um papo, com seu vizinho, com seu familiar? Esquecemos como Deus valorizava o partir do pão. Em vez de sairmos por aí buscando comunhão, construímos um ambiente na igreja pra que quem quiser ter comunhão vá pra lá. Isso é meio estranho, não?</p>
<p>Um ponto positivo que achei no livro é que os autores de início parecem condenar a igreja institucional e enaltecer a igreja nas casas, mas logo vemos que não é o caso. Dave Coleman e Wayne Jacobsen deixam claro que os mesmos perigos da igreja institucional podem se infiltrar nessas &#8220;igrejas informais&#8221;. A partir do momento que nossa caminhada não é espontânea e não apresenta uma entrega total a Deus, qualquer reunião, qualquer ajuntamento pode ser nocivo pra quem quer que esteja participando.</p>
<p>Espero buscar uma vida mais próxima a Deus e que assim possa ser transformado diariamente e ser usado por Ele pra mostrar às pessoas que esse peso que têm carregado nos seus ombros e que tem contribuído pra que vivam vidas medíocres não é um requisito de Jesus. E que eu possa sair um pouco do meu mundo e permanecer aberto à eventuais conversas guiadas por Deus com estranhos e conhecidos.</p>
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