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	<title>Abrigo R15 &#187; vida</title>
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		<title>Vida Após A Páscoa</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 14:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele ressuscitou!
Ressuscitou mesmo.
Então… e agora?
A páscoa é a comemoração mais importante na fé cristã – provavelmente o dia mais importante da história. Naquele domingo, Jesus de Nazaré levantou após ter estado morto – de verdade, totalmente morto – por mais de 36 horas, e saiu da tumba onde estava deitado. Agora, esse não foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele ressuscitou!</p>
<p>Ressuscitou mesmo.</p>
<p>Então… e agora?</p>
<p>A páscoa é a comemoração mais importante na fé cristã – provavelmente o dia mais importante da história. Naquele domingo, Jesus de Nazaré levantou após ter estado morto – de verdade, totalmente morto – por mais de 36 horas, e saiu da tumba onde estava deitado. Agora, esse não foi o primeiro registro de ressurreição na Bíblia. Mas foi o primeiro desse tipo por dois motives. Primeiro, quando Jesus ressurgiu, foi pra sempre. Ele não ressuscitou para a mesma vida, esperando a morte novamente. Ele ressuscitou vencendo a morte, ressuscitou para a vida eternal; Ele andou um pouco sobre a Terra e então subiu para encontrar seu Pai nos cues. Todas as ressurreições anteriores eram a volta para uma vida terrena, de volta ao corpo perecível. Jesus ressurgiu para se tornar o primeiro de nós a ter um corpo incorruptível celestial. Segundo, ninguém ressuscitou Jesus; Ele escolheu voltar à vida. Jesus, falando de Sua vida em João 10:18, diz “Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la”. Ele não tem meramente uma habilidade, mas autoridade. Jesus diz para a morte o que fazer. No domingo de páscoa, Jesus diz à morte para o libertar, e a morte não pode desobedecê-lo. Essa é Sua autoridade.</p>
<p>O que isso significa para nós? Significa que agora nossos pecados foram pregados na cruz, fomos crucificados com Cristo e agora podemos aguardar a vida eternal com Ele nos céus? Bem… claro que sim. Significa exatamente isso.</p>
<p>Mas não pode ser só isso.</p>
<p>Se Jesus veio à Terra apenas pra morrer pelos nossos pecados e para ressuscitar e derrotar a morte, Ele não precisava ter falado uma palavra sequer; Ele nunca teria que chamar nenhum discípulo; Nunca precisaria operar nenhum milagre. Nenhuma das ações de Sua vida teve nenhum impacto na Sua morte e ressurreição. Não podemos, como o infeliz Credo Apostólico, apagar a vida de Cristo ao lembrar apenas que “Nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto, e sepultado” e por aí vai. Devemos perguntar a nós mesmos, e aos outros, o que aconteceu entre o nascimento e o sofrimento? E o que isso significa pra nós?</p>
<p>A vida de Jesus foi uma vida de resistência ao mundo civilizado, religioso. A vida de Jesus demonstrou um modo de vida completamente alternativo chamado “o Reino dos Céus” no qual o pobre, o oprimido, o esquecido, o negligenciado, a viúva, o órfão, as crianças, a prostituta, o doente, o aleijado, o cego, e os mortos eram tratados como reis, e os reis eram tratados como párias. O pobre pescador é realeza nesse Reino e o rico entra assim como um camelo passa pelo furo de uma agulha. Esse Reino nos diz de maneira curiosa a “dar a César o que é de César”, simultaneamente rejeitando o sistema financeiro imperial e nos lembrando que “do Senhor é a Terra e tudo que nela há” – o que sobre pra César mesmo? Esse Reino reivindica aqueles que estavam possessos por demônios, que estiveram cegos desde a nascença, que foram cuspidos e pisoteados pelos mais devotos líderes religiosos, e os restaura para uma vida abundante. Esse Reino prega o arrependimento e o perdão de pecados, não por obras ou por seguir regras, mas pela graça do Rei. Jesus encorporou e inaugurou o Reino; Ele pregou esse Reino; Ele trouxe seus discípulos para levar adiante esse Reino.</p>
<p>O que você acha que o reino existente (o império romano, incluindo os doutores da lei subservientes e cidadãos da Judéia) achou desse Reino alternativo? Eles consideraram ele uma ameaça. Eles o consideraram uma afronta ao seu “Rei”, seu “Salvador”, o homem que eles chamavam de “filho de Deus”. E eles estavam certos! O Reino de Jesus se levanta orgulhosamente e corajosamente na direção oposta aos reinos desse mundo. E o que acontece quando reinos se levantam uns contra os outros?</p>
<p>Guerra.</p>
<p>E então o reino terreno de Roma declarou guerra ao Reino dos Céus, procurando assassinar seu líder, assim debandando o movimento e dissipando a ameaça. Eles tiveram “sucesso”; graças à traição de Judas Iscariotes, Roma (incluindo, lembre-se, os mais altos sacerdotes e líderes religiosos judeus!) conseguiu acumular apoio popular suficiente para crucificar Jesus. Não se engane; sim, Jesus, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas foi uma execução política. A Estrada para a cruz foi a vida que Jesus viveu. De outra forma, a cruz não faz sentido. Se Ele tivesse vivido uma vida “de Deus” quieta por 33 anos e então um dia se pregasse numa árvore pelos nossos pecados, isso provavelmente serviria. Por que Ele não fez isso? Por que Ele se fez o inimigo, a antítese do mundo?</p>
<p>Porque essa é a vida pra qual Jesus nos chama. Jesus nos chama pra longe dos impérios e reinos e leis e regras e tradições do mundo, e para viver o Caminho do Reino dos Céus. Ele chama cada um de nós para uma vida que vai nos tornar inimigos do mundo, que vai gerar perseguição e, em alguns casos, execução. Aceitar a cruz como “perdão dos nossos pecados” e então continuar vivendo quietamente nossa vida mundana zomba Jesus Cristo. A cruz é um convite – “Venha morrer comigo e entre no meu Reino.”</p>
<p>Agora, voltando à páscoa. Jesus foi executado como inimigo do reino desse mundo. Eles fizeram tudo ao seu alcance para eliminar completamente a ameaça do Seu Reino; eles mataram o líder.</p>
<p>Mas tudo ao seu alcance não era suficiente para pará-Lo.</p>
<p>Jesus permitiu que O matassem. E então Ele tomou Sua vida de volta.</p>
<p>Com esse ato final, Jesus deu um cheque-mate no império. Não há nada mais no seu arsenal. Ele vence. A guerra acaba.</p>
<p>Depois da vitória, Jesus diz aos seus seguidores mais próximos que “Toda autoridade me foi dada nos céus e na terra.” O poder é dEle; o mundo não tem poder sobre Ele.</p>
<p>Então, baseado nesse fato, Ele diz “Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando no nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei.” “Tudo que vos ordenei” são todos os caminhos do Reino dos Céus, a vida que serve o outro primeiro, que cura o doente, que ajuda o negligenciado, que fala de esperança aos desesperançosos. São todas as maneiras de viver que vão enfurecer o reino terreno no qual você vive. É um convite à vida que vai levar à cruz, à prisão, guilhotina, execução. É o convite à vida que pode fazer com que você seja despedido, abandonado pela esposa, rejeitado pelos amigos, isolado da sua família. Jesus nos avisou de tudo isso.</p>
<p>O que é a páscoa? Páscoa é Jesus, nosso Rei, nos mostrando que não temos nada a temer nessa vida. Jesus nos chama para vir e morrer, mas promete que vamos viver, e então nos dá uma demonstração. Jesus nos mostra a autoridade que Ele tem sobre a morte, sobre o império, sobre o mundo. Jesus vence.</p>
<p>Temos uma ressurreição para aguardar… mas só se seguirmos o caminho do Reino, o caminho que leva à nossa própria cruz. “Esta palavra é digna de confiança: Se morremos com ele, com ele também viveremos.” Mas se “aceitamos” a cruz como nosso perdão e esperança pela ressurreição, passamos batido; nós não entramos no Reino. Se nós não deixamos pra trás esse mundo para seguir nosso Rei até a morte, pra quê precisamos de esperança da ressurreição? “Mas ai de vocês, os ricos, pois já receberam sua consolação. Ai de vocês, que agora têm fartura, porque passarão fome. Ai de vocês, que agora riem, pois haverão de se lamentar e chorar.”</p>
<p>A ressurreição é a promessa de vida eternal para aqueles que vão renunciar suas vidas agora. Venha morrer com Jesus, e então viva de verdade com Ele.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Matt Matheson</em></p>
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		<title>Repassando as boas notícias</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evangelismo é uma palavra que muitos cristãos só de ouvir torcem o nariz e outros se empolgam. Confesso que muitas vezes me senti constrangido por ter que entregar folhetos para pessoas que não conhecia e claramente não estavam afim de lê-los ou parar o que estavam fazendo pra me ouvir (sendo que minha timidez nunca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evangelismo é uma palavra que muitos cristãos só de ouvir torcem o nariz e outros se empolgam. Confesso que muitas vezes me senti constrangido por ter que entregar folhetos para pessoas que não conhecia e claramente não estavam afim de lê-los ou parar o que estavam fazendo pra me ouvir (sendo que minha timidez nunca permitia que eu falasse qualquer coisa).</p>
<p>Nossa mania de dividir nossa vida em departamentos trata logo de criar o departamento da evangelização. Criamos grupos para distribuir folhetos em praças e achamos que esse setor da vida cristã está OK. Quando olho para a primeira igreja no Novo Testamento, esse tipo de ação me parece um tanto quanto estranha. Não estou querendo dizer que o ato de entregar folhetos em si seja errado, ou ruim. Talvez simplista demais, talvez aquém do ideal.</p>
<p>No Novo Testamento vemos a bela mensagem do Evangelho, revolucionária, libertadora, transformadora transbordando de dentro do peito daquelas pessoas de forma que a sociedade era transformada. Relatos históricos da época mostram como o Império Romano estava se sentindo incomodado por essa nova forma de ser sociedade.</p>
<p>No nosso ultimo acampamento meu amigo Eduardo Mano falou: “Se a Igreja adorasse não precisaríamos de uma comissão de missões”. Chutando os departamentos, e entendendo que nossa vida é um todo e que essas “áreas” são inter-dependentes, percebemos que não tem como eu ser bom no setor tal e deficiente no outro. Se eu sou cristão, eu adoro, eu sirvo e eu passo adiante a mensagem redentora de Jesus. E isso é natural, tem que ser. Enquanto eu faço evangelismo empurrado por um peso na consciência ou pelo sentimento de dever, algo está errado. Quando você tem uma boa notícia você não conta pros seus amigos porque tem que contar, e sim porque se é bom, você quer quer que eles saibam.</p>
<p>Hoje em dia é praticamente impossível você encontrar alguem na cidade que nunca ouviu que Jesus o ama, que Ele morreu por nós. Encontrar alguém que nunca viu alguém realmente vivendo o que está escrito nas Escrituras é bem mais fácil. Evangelismo é viver, e viver o Reino aqui na Terra. Quando começarmos a fazer isso de fato, vamos ver transformação porque muito folheto já foi impresso, muitos eventos já foram feitos, muitos reais já foram pagos por programas de televisão e muito pouco se vê de mudança na sociedade.</p>
<p>Markeetoo</p>
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		<title>Auto Ajuda?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 16:13:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Correndo sem cansar. Rápido e com os olhos num horizonte qualquer. Vou como se estivesse fugindo de algo ou de alguém. Numa velocidade incrível. E de repente caio num buraco, que seu fundo é o teto do meu quarto. Então, acordo.
Esse sonho sempre reprisa. Tanto quanto Lagoa Azul no meu tempo de espectador de Sessão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Correndo sem cansar. Rápido e com os olhos num horizonte qualquer. Vou como se estivesse fugindo de algo ou de alguém. Numa velocidade incrível. E de repente caio num buraco, que seu fundo é o teto do meu quarto. Então, acordo.</p>
<p>Esse sonho sempre reprisa. Tanto quanto Lagoa Azul no meu tempo de espectador de Sessão da Tarde.  Acredito que esse curta-metragem, guardado há tempos em algum cantinho do meu cérebro, é tão antigo que ainda é rodado numa fita VHS na minha cabeça. Esse filme está em cartaz para mim desde moleque. E sei que não é exclusivo. Já ouvi várias pessoas falando que costumam ter esse mesmo sonho. O que me faz pensar: Será uma pane na Matrix? É um viral tipo “Pedro, me dá meu chip”? Será o vídeo preferido dos cérebros? Ou, pode ser que esse evento realmente tenha ocorrido, mas foi meu Avatar quem viveu.</p>
<p>Sonhos costumam ser estranhos e algumas vezes reveladores. Ou, forçamos uma revelação em alguns deles. Por exemplo, o pensamento que me veio agora é o seguinte: Pode ser que seja um vídeo de alerta que o cérebro roda pra gente quando estamos fugindo de alguma coisa que não deveríamos estar fugindo. E o resultado disso pode ser cair num buraco.</p>
<p>No período de exibição desse filme, pode ser que eu esteja vivendo num momento de fuga. Correndo desesperadamente de alguma coisa e meu cérebro esteja dando a dica de que estou correndo para um buraco.</p>
<p>Outro exemplo é o sonho de estar andando tranquilamente pelas ruas e de uma hora pra outra, levanto as pernas e começo a voar. Vou vendo tudo de cima e sem medo de cair.</p>
<p>Quando ando, lentamente, calmamente, a história do sonho termina melhor. Termina com o ator principal vendo as coisas por cima, chegando mais rápido, sentindo-se mais seguro. E por fim acordando melhor. Porém, esse de estar voando, reprisa menos. Como um filme quase novo e que serve de curinga da emissora. Só é exibido em sessões de maior ibope. Uma pena.</p>
<p><em>Concluo que quando corro, caio num buraco. Quando ando, sou capaz de voar. </em></p>
<p>Acho que estou vivendo um sonho. Tenho vivido correndo, fugindo e tenho caído em buracos e sempre acordando mal e muito assustado. Minha vida tem sido assim, ou melhor, nossa vida tem sido assim. Nós temos vivido assim. O lazer tem sido pensar em como conseguir um trabalho melhor e ganhar mais. Enquanto isso vamos bolando planos para fazer sobrar mais dinheiro, para viver melhor, e ter como fazer mais coisas e comprometer mais ainda o dinheiro e depois repensar o plano para sobreviver um tantinho mais. Ufa! Corri e cansei nesse parágrafo.</p>
<p>Precisamos parar de correr pra que em algum momento sejamos capazes de flutuar sobre as coisas, ver do alto. Acordar bem, com vontade de sonhar um pouco mais. Ver os problemas bem pequenos enquanto sobrevoamos. Paremos então. A correria do dia-a-dia nos encaminha para buracos que nos assustam com o poder da escuridão com que nos engolem. Vamos caminhar, ou nossa história será de angústia em angústia entre as quedas que sofreremos.</p>
<p>Auto Ajuda? Que seja!</p>
<p><em><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small">“Não andeis ansiosos por coisa alguma;                    antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus&#8230;&#8221;<br />
</span></em></p>
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		<title>Isso É Vida!</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
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Agora, você não vai acreditar nisso, mas em um lance raro de brilhantismo, ele foi perfeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;(&#8230;) Me tornei amigo de um garoto que tem uma história fantástica. Ele foi pro programa &#8220;The Price Is Right&#8221; e acabou ganhando um carro. Então ele levou a sorte grande na grande roda e conseguiu entrar no &#8220;Showcase Showdown.&#8221;</em></p>
<p><em>Agora, você não vai acreditar nisso, mas em um lance raro de brilhantismo, ele foi perfeito e acabou ganhando absolutamente tudo no &#8220;Showcase Showdown&#8221;. Então no fim ele tinha ganhado dois carros e todo tipo de prêmios totalizando cerca de U$60.000. Mas então ele leu sua Bíblia e orou (as vezes, algo perigoso de se fazer). Ele sentiu o Espírito o movendo a fazer algo diferente, algo louco, algo que faria Deus sorrir. Então ele transformou todos os prêmios em dinheiro e voou para Uganda, e gastou tempo em orfanatos por toda Uganda, se livrando de todo o dinheiro secretamente. E eis uma coisa incrível&#8230; quando você fala com esse garoto, ele está VIVO. Como nunca antes. </em></p>
<p><em>Não é nem como se ele tivesse feito algo heróico ou nobre. Ele simplesmente fez algo que fazia sentido à luz do Evangelho. E, não apenas isso levou vida àqueles meninos morrendo de pobreza em Uganda, mas isso também trouxe vida a esse menino que deu tudo. Quero dizer, sério, você iria preferir ter 2 carros e um monte de coisas ganhados de um programa de TV que eventualmente iriam quebrar ou enferrujar ou ser vendidos no eBay; ou a lembrança preciosa daqueles rostos e sorrisos, e a sensação profunda de que você fez algo de significado eterno por outro ser-humano? Isso é vida. (&#8230;)&#8221;</em></p>
<p>Esse trecho do livro <a href="http://www.amazon.com/Follow-Me-Freedom-Leading-Ordinary/dp/0830751203/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1276028228&amp;sr=8-1">Follow Me To Freedom</a> do Shane Claiborne e John Perkins foi um tapa na minha cara. Sempre queremos mais e mais enquanto tem gente passando fome. Lemos e relemos o Evangelho, mas se isso não gera ações práticas nesse sentido, tudo é vão.</p>
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		<title>A verdade de verdade.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminado de ler o “livro mais mal humorado da bíblia”, do Ed René Kivitz fui invadida por um pensamento: ufa. Ainda é possível viver com Deus&#8230;de verdade!
Nos dias em que vivemos acabamos encontrando tantos “porta-vozes” de Deus que se confundir passa a ser coisa do cotidiano, a igreja X acha que Deus é só uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminado de ler o “livro mais mal humorado da bíblia”, do Ed René Kivitz fui invadida por um pensamento: ufa. Ainda é possível viver com Deus&#8230;de verdade!</p>
<p>Nos dias em que vivemos acabamos encontrando tantos “porta-vozes” de Deus que se confundir passa a ser coisa do cotidiano, a igreja X acha que Deus é só uma fonte de dinheiro (ainda exige seu “posto” de herdeiro), a outra fala mais do diabo do que de Deus, aquela outra só consome o que é gospel, mas vive uma hipocrisia endêmica, e aquela ali já virou uma comunidade de arcanjos e só se comunicam através de línguas&#8230; em meio a tantas e tantas vozes muitas vezes me pego cansada de tudo e só quero me enclausurar com minhas próprias idéias e decepções, abraçar a bíblia e perguntar: onde foi que você se perdeu?</p>
<p>Contudo, (graças a Deus) tenho descoberto todos os dias pequenas vozes “que clamam no deserto” cristão, vozes que falam do evangelho puro e simples, a verdade de verdade, que não pertence ao pastor-arcanjo A, nem ao missionário-apostolo-quase-arrebatado B, muito menos ao pregador-super-rico C; o evangelho que vive, respira, traduz, transcende, inspira, expira, contagia, e pulsa Jesus; a incrível possibilidade de viver um evangelho assim alem das amarras viciantes de igrejas e instituições; a aventura de viver uma vida onde o alvo ainda é cuidar das viúvas e dos órfãos, amar ao próximo como a si mesmo, oferecer a outra face ao inimigo, entregar tudo (inclusive as riquezas), ser humilde de espírito, amar a Deus com todas as forças, com o corpo, com alma e principalmente: com o entendimento!</p>
<p>Sim, ainda é possível viver com Deus de verdade, ainda é possível viver o culto racional, transformar a mente todos os dias, experimentar a graça, o perdão, e a liberdade, ainda é possível viver igreja, uma família sem falsidade, hipocrisia, partidarismo, viver adorando a Deus sem dicotomia, com o corpo, com o espírito, no trabalho, na faculdade, na igreja, nos relacionamentos, no cotidiano (até no trânsito!)</p>
<p>“Deus não é o oposto das coisas. Ele é o pleno sentido de todas elas!” (KIVITZ, 2009, p 53)</p>
<p>Se o Ed Kivitz conseguiu ver a Verdade até no livro mais mal humorado da bíblia, imagina o que aconteceria se buscássemos viver essa Verdade 24 horas do dia&#8230;.</p>
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		<title>Eu prefiro ser&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 18:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acredito que uma das maiores tentações que enfrentamos na nossa vida é a de nos conformamos. Somos facilmente seduzidos pela possibilidade de uma vida “tranqüila” sem muitos aperreios e perturbações. Imaginamos a casinha no campo, as crianças correndo no quintal. Ou mesmo, o apartamento bem localizado, com carro na garagem, meninos nas melhores escolas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que uma das maiores tentações que enfrentamos na nossa vida é a de nos conformamos. Somos facilmente seduzidos pela possibilidade de uma vida “tranqüila” sem muitos aperreios e perturbações. Imaginamos a casinha no campo, as crianças correndo no quintal. Ou mesmo, o apartamento bem localizado, com carro na garagem, meninos nas melhores escolas e comida na mesa todo dia.</p>
<p>Quando crianças sonhamos com coisas aparentemente absurdas, queremos ser astronautas, cientistas malucos, mágicos de circo, inventores de brinquedos, e outras profissões que vão dando espaço a outras bem mais realistas e que tenham em alguma faculdade; a adolescência, contudo, não vem só para isso, normalmente somos acometidos de desejos revolucionários, não concordamos com nada, criticamos a tudo e todos, e achamos que podemos mudar o mundo! Então, chega a mocidade, os empregos se tornam rotina, os movimentos estudantis, utopia, e nos transformamos em apenas mais um por trás da mesa de escritório, mais um pai que chega cansado no final do dia, mais um marido que esquece o aniversário de casamento, mais uma esposa-mãe que trabalha, cuida dos filhos, da casa, estuda, e ainda tem que andar de salto&#8230;</p>
<p>Viramos clichês ambulantes com um peso imenso de decepções e falta de vontade. Longe de mim ser contra famílias e empregos, muito pelo contrario, acredito que é justamente nessa parte da engrenagem que as coisas devem começar. Não se conformar com o clichê não é abandonar o emprego e virar hippie, porque acredito que até um aventureiro pode simplesmente responder a lista de estereótipos e não mudar absolutamente nada.</p>
<p>Jesus nos chama para sermos parte de uma revolução grandiosa que começou com homens comuns: pescadores, cobradores de imposto, fazedores de tendas etc &#8230; Homens que  à primeira vista não tem muita coisa para oferecer, contudo, uma vez impactados pelo poder da Vida transformaram o mundo. Uma transformação que começa por dentro, atinge mente, coração, e vai tomando todas as partes da nossa existência, isto é, tudo que ocupa as nossas 24h diárias. Nós fomos chamados para viver muito mais do que uma vida de clichê, uma vida em abundância transborda e impacta os outros ao nosso redor. Se conformar com o clichê nos faz caminhar lentamente para a morte, primeiro vão os nossos sonhos, depois o nosso prazer, depois ligamos o automático e sequer vemos a vida passar&#8230;</p>
<p>Que hoje sejamos os melhores professores, médicos, advogados, maridos, esposas, filhos, faxineiros, estudantes, engenheiros, pastores, garçonetes, amigos, motoristas&#8230; que não nos conformemos com este século, que não deixemos nosso cérebro entrar no automático, que não nos adaptemos ao clichê, que enxerguemos o prazer de viver, de acordar de manhã, de viver em família, de ter um trabalho, de poder respirar e ser a parte de um povo chamado para uma evolução que começa todo dia: hoje.</p>
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		<title>A Eternidade começa aqui</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 05:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>martapnsilva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[eternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[ No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span> </span>No acampamento desse ano a mesa em que normalmente eu me sentava para fazer as refeições sempre era movida por várias conversas interessantes, ora, físicas-teológicas, ora biológicas- escatológicas, algumas vezes absurdos cotidianos, outras sarcasmos necessários, teorias nada práticas e outras práticas nada teóricas, e outras banalidades essenciais, enfim, toda hora era hora de uma discussão calorosa que entrava pelas manhãs, tardes e noites.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Em uma dessas vezes, uma das “integrantes” comentou que tinha um certo medo da eternidade, porque&#8230;como ia ser isso? O que a gente ia ter pra fazer no céu? Aquilo envolveu algumas teorias sobre o corpo está preso a esta dimensão de tempo e espaço, sobre como teremos missões que envolveriam as outras galáxias etc&#8230; Contudo, a discussão tomou outro rumo, e acabamos interrompidos pela necessidade de um banho refrigerador no açude e pelo bom andamento do campeonato de ping-pong (risos). Mal percebemos que a eternidade tão temida começava a envolver nossos corações através da amizade que fomos estreitando e dos momentos únicos com Deus que íamos tendo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Acredito que com o passar dos dias, longe de nossas rotinas maçantes, cercados de natureza, convivendo 24horas do dia uns com os outros talvez não tivéssemos sequer escapatória: Deus já havia planejado tudo. E ali era a oportunidade perfeita para ele nos mostrar que o céu já começou. A alegria de cantar perto dos irmãos, saber que ali eu poderia chorar e ter um ombro amigo sentindo minha dor, as brincadeiras, os silêncios, as palavras que confrontaram, tudo ali foi invadindo e aperfeiçoando a todos nós, para chegarmos aqui e nos depararmos com uma frase tão linda, dita pelo nosso querido irmão Janssem:<span> </span>“<span><span>A maior diferença de vocês do Abrigo é  eu posso imaginar a eternidade com vocês!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que povo é esse que escolhe viver junto em uma sociedade onde todo mundo procura cada vez mais a solidão? Que povo é esse que se importa um com o outro em um mundo onde tudo é tão superficial? Que povo é esse que prefere passar uma manhã inteira chorando junto, experimentando as coisas mais profundas que Deus pode oferecer, enquanto a sociedade só pensa em novas atividades escravizantes e dinheiro? </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span lang="PT-BR"><span> </span>Que nossa vida seja repleta de experiências diárias, que o amor seja sempre o diferencial que faz com que a eternidade deixe de ser assustadora e passe a ser ansiada. Que nosso Abrigo seja cada dia mais espaçoso e que as fraquezas e as dores tenham tanto espaço quanto as alegrias e os dons. Que nossa comunidade seja aquele povo que não tem como esconder o brilho no rosto, e a maturidade venha crescendo dentro de nós como família. Seja em conversas e especulações sobre o divino, seja nas brincadeiras e sorrisos, seja nos silêncios e meditações profundas, ou no abraço forte, no carregar das dores, no compartilhar das alegrias, seja em acampamentos, seja cercados por atividades diárias, seja na faculdade, trabalho, barzinho, internet ou domingo a noite&#8230; que a eternidade já não caiba dentro do nosso peito e nos faça cada vez mais&#8230;um.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"> martasilva</span></p>
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		<title>A Vida Imita a Arte e Vice-Versa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>markeetoo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[trama]]></category>
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		<description><![CDATA[Fui ao cinema numa terça qualquer, assistir a premiere do filme Transformers. Gosto bastante desse estilo ficção científica futurística, da aventura que o filme traz, do ‘quase tudo dá errado’, e especialmente, gosto da sensação que se tem no meio do filme de saber que, no fim, sempre dá tudo certo.
No meio de minhas filosofias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui ao cinema numa terça qualquer, assistir a premiere do filme Transformers. Gosto bastante desse estilo ficção científica futurística, da aventura que o filme traz, do ‘quase tudo dá errado’, e especialmente, gosto da sensação que se tem no meio do filme de saber que, no fim, sempre dá tudo certo.<br />
No meio de minhas filosofias baratas na sala escura de uma projeção cinematográfica, não pude evitar de comparar a sensação que tive no filme com o que tenho em meio a minha vida cristã.<br />
Ora, que tudo, no fim, de alguma forma extraordinária, dá certo, isso eu sei. Também sei que não importa o que acontece, mais uma vez, de maneira extremamente interessante e no mínimo milagrosa, as coisas cooperam pro meu bem.<br />
Acho que a grande indagação de todo cristão é ‘como’. Como no filme as coisas vão dar certo quando tudo está indo para um lado tão contrário? Quando acontecerá a reviravolta da história que trará nossas vidas pra um rumo tão melhor?<br />
Sim, por vezes achei que a vida cristã é como um filme. E de todos os tipos: românticos, aventureiros, às vezes de terror também. Mas sempre com muita pitada de comédia divina.<br />
Nos perdemos nas florestas da vida, as vezes somos pisoteados pela tristeza e estranheza do drama, por outras rimos de situações que pensamos  só acontecer conosco, e nos apaixonamos esperando a tal pessoa ser a enviada de Deus, querendo achar um romance.<br />
Desse processo todo, já sabemos. A questão toda é que caminho tomar para que o ‘como’ se desenvolva em nossas vidas.<br />
E a resposta não é pra lá de agradável. Como também já estamos cansados de saber, é preciso viver o hoje, um passo de cada vez, e esperar o desenrolar de nossas histórias. É preciso exercitar, por muitas vezes, uma fé que nem sabíamos que tínhamos, justamente porque aprendemos nesses episódios de nossas vidas que dependemos unicamente dEle.<br />
A agonia que sentimos ao não sabermos ao certo o fim que terá  cada situação das nossas vidas é que dá mais brilho ao que acontecerá. Porque no fim, por mais clichê que isso pareça, dá sempre tudo certo.<br />
E quem sabe, na sala de cinema divina, o filme de nossas vidas esteja sendo projetado a uma platéia de anjos, sendo você o protagonista, com a torcida dos santos, crendo que de fé em fé, você chegará ao seu final feliz.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Heyde Marques</em></p>
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